20.7.06

 
VIVA O VERÃO!

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O Tribunal Administrativo de Viseu pronunciou-se finalmente sobre a providência cautelar interposta pela ACA-M e por um grupo de moradores de Barbeita relativamente à abertura ao público de um troço da A25 conhecida como a "Bossa do Camelo", um ponto negro em construção entre Viseu e Mangualde - uma curva de raio muito apertado (240º) que obriga a que o limite máximo de velocidade não exceda os 80 km/hora.

O Tribunal considerou que não existem evidências de ilegalidade no trajecto em execução, mas reconheceu que as medidas de sinalização definidas para o local pelas Estradas de Portugal/Lusoscut não estão em conformidade com o Regulamento de Sinalização de Trânsito e não garantem a defesa do valor segurança rodoviária que o Tribunal considerou dever ser atendido, e que foi defendido pela ACA-M neste processo.

Referiu mesmo o Tribunal que a Direcção Geral de Viação havia comunicado que os projectos de sinalização previstos pela Lusoscut são insuficientes e não estão conformes com aquele regulamento, recomendando mesmo o recurso à fiscalização automática de velocidade através de equipamento/s fixos de funcionamento continuo, com informação prévia aos condutores.

A decisão agora tomada pelo Tribunal obrigará a Lusoscut a reelaborar um projecto de segurança rodoviária, desta vez de acordo com o Regulamento de Sinalização, e de forma completa e integrada.

Corre entretanto a Acção Principal.

Continuamos a considerar que outras soluções de traçado existiam que melhor defendiam o interesse público, o interesse dos utentes e o interesse dos particulares, ao mesmo tempo que o valor segurança era igualmente acautelado. O traçado da A25, a norte de Viseu, como foi inicialmente aprovado, era do ponto de vista de ordenamento do território, do ponto de vista ambiental, do ponto de vista de segurança e dos utentes e do ponto de vista dos custos aquele que melhor servia estes objectivos. Por isso foi aquele que obteve a Declaração de Impacto Ambiental (DIA).

Posições particulares do Presidente da Câmara de Viseu, com a conivência do ex-ministro das Obras Públicas, Eng. Carmona Rodrigues, determinaram a alteração do projecto e os problemas actuais do traçado.

A ACA-M continuará a defender, como até aqui, quanto a este e outros itinerários, o valor da segurança rodoviária, lutando por fazer cumprir a lei e os regulamentos nesta matéria tão importante como é o direito à vida e integridade física de quem circula nas nossas estradas.
 
Sexo na fase final da gravidez pode facilitar parto

As relações sexuais nos últimos meses da gravidez ajudam algumas mulheres a ter partos menos difíceis e evitam a necessidade de os provocar, indica um estudo apresentado por médicos malaios.
O estudo, que incidiu em 200 mulheres casadas e saudáveis, foi dirigido pelo professor Tan Peng Chiong, especialista em ginecologia e obstetrícia da Universidade da Malásia.

Segundo a investigação, as mulheres que tiveram relações sexuais no final da gravidez tiveram mais probabilidades de dar à luz nas 38-40 semanas do que as que não tiveram. Uma gravidez dura normalmente entre 38 e 42 semanas.

«Constatámos que as mulheres que tiveram relações sexuais entraram em trabalho de parto ligeiramente mais cedo», referiu Tan Peng Chiong, acrescentando que ele e a sua equipa planeiam fazer novos estudos sobre este assunto.

O estudo, publicado na revista médica norte-americana «Obstetrics and Gynecology», baseou-se em diários com anotações feitas pelas mulheres sobre a sua actividade sexual a partir da 36ª semana de gravidez.

Segundo as conclusões desta investigação, 29,8% das mulheres que se abstiveram de sexo no final da gravidez não deram à luz até à 41ª semana, em comparação com 6,9% entre as que o praticaram.

Os partos não ocorridos antes das 41 semanas de gravidez tiveram de ser induzidos.

Este trabalho foi realizado durante os últimos três anos e teve em conta a etnia, educação, profissão e a idade do homem com quem as mulheres mantiveram as relações sexuais.

«Definitivamente, este é um assunto de interesse para todos os casais, em qualquer parte do mundo», referiu o professor Chong Yap Seng, obstetra e ginecologista no Hospital da Universidade Nacional de Singapura citado pela revista.

Na generalidade, os estudos mostram que o sexo durante a gravidez «não tem efeitos adversos, como rotura de membranas ou parto prematuro», concluiu o especialista.
 
Os comentadores do costume já foram de férias?
 
HOJE É DIA DE PÁSCOA...VAMOS A ELES QUE NEM TARZÕES
 
onde é que foram buscar estas gaijas? São as assessoras de quem, lá no município?
 
Volta Machado! Pelo menos tu não contratavas gajas só por causa do que tinham à vista!
 
E da nova DREC não ha noticias????Que falta de proifissionalismo...sera o Engo dos Hospitais????
 
Todos para a Praia Sul da Murtinheira ... e todas as solteiras e divorciadas.
 
NINA !... ÉS TU ?...
 
O Vilarices vai de férias. Será que volta?
 
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