24.7.06

 





Sagoleie os GOLOS da Pastelaria Calino.
Os melhores pontapés de pata e as melhores golas de berlinde.
Argola com nova gelsonência.

Comments:
Mais um caso que vai requerer a investigação dos inspectores pardalitos
 
É O QUE SE CHAMA A VINGANÇA DAS GAROTAS DO T3
 
Deixem-se lá de trocas entre colegas de diários, eu quero é saber quando é que vão publicar na 1ª página a chegada do Adriano a Chipre.

Aproveitem a boleia do C13O que faz transfrega em Beirute
 
Como a gente fala aki em Ribeirão Preto, esse é que é uma noticia bem bolada ehehehhe
 
lol

será que esses cara num tão fazendo propaganda encapotada às pastelarias basco da grama?
você já ouviu falr em publicidade subliminar?
 
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Diria antes que a 1ª página não passou pelo crivo do moleiro Travassos
 
o Centro deu o «peido mestre». E o Novo Jornal, também?
 
Parece-me que já houve porrada !...
e lá se foi a rotativa !
Vou ter saudades dele...
 
Para desgosto de muitos, ainda vamos ver vários emergentes a serem notícia nos jornais não diários.
 
POIS É AT, NÃO ACONTECE SÓ EM TAVEIRO.
 
Líder da distrital teme acto eleitoral antecipado
O presidente da Federação Distrital do PS manifestou ontem a sua «preocupação» com a «grave crise» que actualmente se vive na Câmara Municipal de Coimbra. À margem da festa do Dia da Federação, Vítor Baptista acusou o presidente da autarquia, Carlos Encarnação, de ser o responsável pela crise financeira, social e de liderança que se vive na câmara de Coimbra, temendo mesmo um «acto eleitoral antecipado».
«Para gerir uma câmara municipal é precisa uma maioria estável que hoje não existe», considerou Vítor Baptista, relembrando anteriores desentendimentos na autarquia com Nuno Freitas e Teresa Violante, que culminaram agora com a saída de Pina Prata da vice-presidência. Conflitos que o levam a concluir que Carlos Encarnação não só «não é líder», como é também «ele próprio o grande problema em Coimbra».





Margarida Alvarinhas
 
Mas quando é que vamos ler a reportagem da chegada a Chipre?
 
Académica – Campos Coroa indignado com "modernices" nos equipamentos


Campos Coroa, ex–presidente da Académica, considerou ontem que a utilização de equipamentos de cores diferentes do preto e do branco é uma violação dos estatutos do clube. "O equipamento da Académica estatutariamente é preto e em alternativa branco e os números nas camisolas devem seguir a mesma norma. Fora disto é uma violação dos estatutos", afirmou o ex- dirigente.
Também Fernando Pompeu, vice–presidente da direcção de Campos Coroa, em artigo ontem publicado, afina pelo mesmo diapasão e considera que a colagem da actual direcção a estratégias de marketing não desculpa o atropelo aos estatutos de um clube que ultrapassou os 100 anos de história. "Sei que desde que haja a garantia da 'bola na rede', muitos dos sócios da Académica encolherão os ombros se a equipa jogar de azul, como o farão se actuar de verde ou de vermelho. Sei finalmente que, com os dirigentes que temos, unicamente virados para a estratégia do negócio e completamente insensíveis aos princípios, ao ideário, à imagem histórica da instituição e aos seus sagrados símbolos, tudo, mas tudo mesmo, é hoje possível", salientou o ex–dirigente.
Fernando Pompeu vai mais longe, ao afirmar que a "Briosa" está a "prostituir–se", ao "permitir a inserção de números dourados nos equipamentos de jogo". "Com esta medida, fica claro que a Briosa está à venda e que no deliberado conspurcar da sua centenária e prestigiadíssima camisola, está a leilão também a sua 'alma' de instituição 'sui generis', ora metamorfoseada em banal meretriz, que sobe ou desce a saia, sem pudor ou vergonha, ao sabor das suas conveniências e necessidades financeiras", acrescentou o ex–dirigente. Em causa está a utilização de equipamentos cinzentos e a cor escolhida para o terceiro equipamento, o azul, com números amarelos.
No seu artigo de opinião, Fernando Pompeu acusa o actual presidente, José Eduardo Simões, de descaracterizar a Briosa, não só nos símbolos históricos, como nas promessas não cumpridas: "os campos do Bolão, o saneamento do passivo, entre outras.
A Lusa tentou contactar o actual presidente, José Eduardo Simões, mas tal não foi possível.
 
Camara Municipal de Soure vai ter mais uma mulher Vereadora.
Pela 1ªa vez na sua história a Camara Municipal de Soure irá dentro em breve ter 3 mulheres no seu executivo.
Assim será a partir do momento em que Carlos Páscoa deixar a vereação, dando seguimento e coerência ao profeçado pelo Presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, que entende que os vereadores não devem ser Presidentes das Comissões Politicas Concelhias, o que neste caso tem a particularidade de o novo lider politico PSD de Coimbra acumular com a liderança autárquica PSD de Soure.
Daremos então em breve as boas vindas à Dra. Cidália, brilhante médica da Granja do Ulmeiro, que assim se juntará às muito brilhantes Dras. Ana Treno e Manuela Santos na arte de bem dominar a fera João Gouveia.

Segundo fontes do PSD local o afastamento de Cárlos Pascoa da liderança autáquica já ha muito que se previa. Mas contam agora com mais militantes e alguns deles novos militantes capazes de liderar o PSD para a reconquista da CM Soure, fala-se em Fernando Centeio e Vitor Trindade.

Bem haja pela coragem.
 
Terça-feira, 25 de Julho 2006





Orquestra homenageia Carlos Encarnação
Concerto Prestígio da OCC, com a soprano Ana Paula Russo, presta tributo a Carlos Encarnação

Carlos Encarnação vai ser homenageado pela Orquestra Clássica do Centro no Concerto Prestígio marcado para quinta-feira, com a participação da soprano Ana Paula Russo. Concebido para distinguir uma personalidade que se destaque pela sua acção em áreas distintas, o Concerto Prestígio, que é organizado pela OCC em conjunto com o departamento de Cultura do município, é dedicado ao presidente da Câmara de Coimbra «pelo apoio incondicional à Orquestra».
O espectáculo, que decorrerá a partir das 21h30 no Teatro da Cerca de S. Bernardo, conta com a soprano Ana Paula Russo, já com uma extensa carreira, tanto em Portugal como no estrangeiro. Vencedora de diversos concursos e premiada por várias vezes, Ana Paula Russo, com estudos de música em Portugal e no estrangeiro, evidencia-se como soprano solista, com destaque especial em ópera e música cénica, com papéis em dezenas de espectáculos por esse mundo fora. Em 1998, por exemplo, integrou o elenco que fez a estreia mundial da ópera “Os dias levantados”, de A. Pinho Vargas, gravada posteriormente para a EMI. Foi ainda escolhida para desempenhar um dos papéis principais da ópera “Corvo Branco”, de Philip Glass, levada à cena na Expo´98, depois no Teatro Real de Madrid e ainda no New York State Theatre (em Nova Iorque, USA).
Quinta-feira, sob direcção do maestro Virgílio Caseiro, serão interpretadas obras de Rossini, Mozart e Carrapatoso.






ESTA GENTINHA NAO ESTA BEM!!!!

UMA ORQUESTRA PATROCINADA PELA CMC HOMENAGEIA O PRESIDENTE EM ESPECTACULO PAGO PELO ERARIO???

JA NAO HA VERGONHA!!!!!!!!!!!!

in DC

Volta Machado, estas perdoado!
 
Era a maneira do VB entalar o Rolhas
 
Era a maneira do VB entalar o Rolhas
 
Jornalismo de 'T-shirt' no país que se assoa à gravata


Fernando Madaíl*

O antropólogo Desmond Morris sustentava, no seu livro A Tribo do Futebol, que, "em teoria, os jogadores podem comparecer no campo em traje de noite ou em calção de banho sem transgredir esta lei" que regula o equipamento. Também nada impede legalmente um jornalista de se apresentar num jantar oferecido por Cavaco Silva no Palácio da Ajuda - em que os convidados trajam de smoking - de T-shirt e chinelos.

Em ambos os casos, parece que deve imperar o bom senso. Mas "o bom senso", sintetiza o constitucionalista Jorge Miranda, "não se legisla". Além disso, como escreveu o sociólogo Georg Simmel, até "pode ocorrer que, em círculos inteiros, dentro de uma vasta sociedade, chegue a ser moda ir contra a moda".

A polémica está a ser suscitada desde que o presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, Miguel Mendonça, impediu a entrada no hemiciclo a seis jornalistas, alegando que não admite ali o uso de ténis, sandálias, jeans ou T-shirts (neste caso, a "norma" não se aplica às mulheres).

A Direcção Regional do Sindicato dos Jornalistas considera "estas atitudes de humilhação para com os profissionais da comunicação social como uma forma de desviar as atenções de vários atropelos e violações que se verificam" na Assembleia, incluindo "linguagem ofensiva e até ameaças físicas entre deputados".

Em jeito irónico, acrescenta que se "se fosse a vedar a entrada a quem estivesse mal vestido ou mal calçado" a medida teria alcance mais vasto, pois "muitos deputados não são exactamente um primor da moda". E refere que, em São Bento, "os jornalistas não são proibidos de entrar por causa do calçado nem ninguém anda a olhar-lhes para os pés ou a ver se estão de T-shirt ou camisa de marca".

Um porta-voz de Alberto João Jardim comentaria que, "se deixam entrar os jornalistas de shorts e manga curta no Parlamento de Lisboa, então ainda estão muito atrasados". Embora sublinhando sempre que se trata de um assunto da Assembleia Legislativa, acrescenta que não se lembra "de ver na televisão assim uma bandalhice" em São Bento. E até tem ideia de "que Mário Soares, quando era presidente, também não deixava entrar ninguém no Palácio de Belém de shorts e sem casaco".

Várias questões se levantam: os jornalistas podem entrar nos palácios onde funcionam órgãos de soberania em trajo informal ou têm de fazer previamente um nó Windsor na gravata para assim respeitarem a dignidade da instituição? É legítimo fazer um regulamento que imponha regras de vestuário aos repórteres? E, nesse caso, também será abrangido o electricista que conserta um microfone no hemiciclo? E o público que vai para as galerias?

Em Portugal, o protocolo mais formal é o dos banquetes na Ajuda, onde o convite pode indicar se o trajo é smoking ou casaca e, desde os seguranças aos empregados de mesa, todos vestem de gala. Para os jornalistas, como esclarece a Casa Civil do Presidente da República, há uma "ausência de regra" escrita.

O assessor de imprensa do Palácio de Belém, Fernando Lima, diz que se espera dos jornalistas bom senso para entenderem a "dignidade do momento" e, numa tradição de tolerância, se apresentem pelo menos de fato nessas ocasiões. Até porque há também algum poder discricionário e dificilmente poderia entrar numa recepção oficial ao Presidente americano alguém que vestisse, por exemplo, uma T-shirt estampada com a inscrição "stop Bush".

Para o constitucionalista Jorge Miranda este assunto "não é um problema de Direito, é um problema de bom senso". E, no seu entender, "o bom senso não se legisla", porque, quando se opta por esse caminho, "dá sempre mau resultado".

Comentando a actual polémica, o catedrático sustenta que "os jornalistas não podem ir vestidos de qualquer forma" para o Parlamento madeirense, mas "o presidente da Assembleia Legislativa Regional também não deve fazer disto um cavalo-de-batalha". De resto, Jorge Miranda não aceita numa oral um aluno "com a barba por fazer ou que se apresente no exame de calções".

Mais claro é o primeiro-vice-presidente do PSD, Azevedo Soares, para quem "é normal que cada meio tenha as suas normas de conduta, pois é um direito que lhe assiste". O número dois do partido acrescenta que, "em democracias muito antigas, como, por exemplo, na Inglaterra ou nos EUA, é o meio que define a sua praxe". E até acrescenta um exemplo doméstico: "Quando convido amigos para minha casa, aviso-os se vão ou não de gravata."

Posição diametralmente oposta é a do madeirense, jornalista e ex-deputado Vicente Jorge Silva, que classifica esta decisão como uma "cena absolutamente ridícula" e "provavelmente só possível no Parlamento de um país como a Bielorrússia".

Definindo aquela Assembleia como "palco de cenas absolutamente inqualificáveis", em que o presidente até aceitou um requerimento do PSD "para que fosse feita uma avaliação do estado mental de um deputado do PS", Vicente considera que não é o facto de os jornalistas aparecerem ali de sapatilhas e T-shirt ("o que não tem mal nenhum") que dará uma "má imagem" de uma instituição onde há "insultos, provocações e quase se chega a vias de facto".

Num registo irónico, o ex-director do Público e actual colunista do DN explica que, "como o rei [leia-se Alberto João Jardim] já vai nu, os deputados do PSD/Madeira também podiam ir para o Parlamento como Deus os pôs no mundo que já ninguém dava conta, porque, se não estão nus de vestuário, estão nus em ética".

Em jeito de sugestão, diz que se fosse um jornalista incumbido de fazer a cobertura do Parlamento regional, "apesar do calor, apresentava-me de sapato preto de verniz, de preferência de marca italiana, e de smoking ou talvez mesmo de fraque" - só para ver "se o ridículo não mata".

Numa região onde o presidente do Governo "anda tão bem vestido", revelando "bom gosto sobretudo na escolha das gravatas", o facto de os jornalistas se apresentarem daquela forma seria, provavelmente, acredita Vicente, notícia em todo o mundo.

No fundo, a polémica funchalense entre a rebelde T-shirt e a respeitável gravata faz recordar o antigo verso de Alexandre O'Neill, o poeta mais facilmente citável para definir Portugal. Neste caso, "País engravatado todo o ano e a assoar-se na gravata por engano". * Com Francisco Almeida Leite
 
... ainda me lembro do Mendonça, como médico, no Hosp. Militar !...

Foi o primeiro CAGÃO, que encontrei como jovem de então !?

Mas... bem feito, está careca !

(Mas como se lê mais acima... porra, continua cagão e imperial, como sempre ?!)

Ó FILHO, DEBAIXO DAS SAIAS DO JARDIM, TAMBÉM ERA UM HOM€M !...
 
acto eleitoral antecipado onde???
no PS???
xiiiiiiiiiiiiii
 
Bem...da maneira que ele joga se oferecer bolos já não é mau.....
 
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