20.7.06

 
FACULDADE DE MANEIO
Irregularidades na Faculdade de Ciências de CoimbraTribunal de Contas detectou falta de controlo de cheques e pagamentos em duplicado O Tribunal de Contas (TC) detectou irregularidades na contabilidade da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), entre as quais falta de controlo de cheques, pagamentos em duplicado e contas bancárias abertas sem autorização.
De acordo com uma auditoria financeira à FCTUC, relativa à gerência de 2003, os registos contabilísticos daquela faculdade "não reflectem fielmente o conjunto das operações".
O TC identificou também a ausência de normas de utilização de Fundos de Maneio, os quais serviram para pagar "de forma ilegal" bolsas de investigação.
Além disso, a auditoria revela que as atribuições de verbas - provenientes de fundos comunitários - aos coordenadores de projectos e unidades de I&D (investigação e desenvolvimento) foram efectuadas através de "fundos de maneio", apesar de não serem "enquadráveis no conceito legal de fundos de maneio".
O TC detectou também 209 contas bancárias abertas pelos serviços centrais, pelas unidades orgânicas e por coordenadores de projectos que não integram a conta de gerência, muitas das quais abertas sem autorização do Conselho de Administração.
A este propósito, o relatório recomenda o "encerramento das contas bancárias abertas sem autorização, transferindo os valores dos respectivos saldos para as contas da FCTUC e cingindo, ao mínimo necessário, o número de contas autorizadas".
A auditoria financeira detectou também um "não controlo dos cheques emitidos em 2001 e não descontados, que ascenderam a 35630,63 euros", bem como a "existência de um pagamento em duplicado e 12885,52 euros por regularizar".
Em declarações à Agência Lusa, o presidente do conselho directivo da FCTUC, João Gabriel Silva, reconheceu que havia "erros, sobretudo de natureza formal, no funcionamento interno da instituição", mas ressalvou que quase todas as questões levantadas pela auditoria se encontram resolvidas.
"O TC analisou um ano de transição: a auditoria foi em 2005, mas todas essas questões foram resolvidas em 2004, tendo o processo de alteração desses mecanismos de funcionamento interno pouco adequados começado em 2002", afirmou.

Comments:
O João Gabriel é um tipo muito bom e o gajos do TC são uns fundamentalistas.
 
CLARO E AINDA POR CIMA É APOIANTE DO NOSSO PRESIDENTE DE CÂMARA.
 
Ai Seabra abre os olhos...
 
Entreguem a gestão ao Envarnac Junior que ele trata de tudo...
 
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