29.4.06

ZÉ B. garante que entregou hoje assinaturas "suficientes" para seguir em frente. 3ª de manhã, vamos saber toda a verdade. O Coelho-Bom acusou o Conselho de Jurisdição de ter "morto pessoas que estavam vivas", ao invalidar duas assinaturas de militantes alegadamente "falecidos e garante que a decisão do CJ "foi tomada sem quórum". O TSD recordou que concorre à liderança do partido "sem apoio de nenhuma máquina" e referiu que conseguiu recolher novas assinaturas porque se criou "uma onda muito grande por parte dos militantes de base"
FALTAM 20 DIAS PARA O CONGRESSO DO PSD
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Quarenta e cinco minutos depois da hora prevista, o candidato a candidato tentava pôr fim a um processo caricato.
“Enterraram vivos militantes do PSD”, afirmou o militante do partido à chegada, sublinhando que houve uma “onda de indignação” de militantes base pela forma como ele foi tratado. À sua espera tinha uma secretária e um elemento do Conselho de Jurisdição, António Jorge Lopes. Em causa estariam dois militantes já falecidos que constavam da sua lista de assinaturas para formalizar a sua proposta global estratégica.
Um dos “companheiros” está vivo, adiantou o candidato que, agora, quer falar sobre o futuro do PSD com o “companheiro Marques Mendes”, actual presidente social-democrata e recandidato.
O imbróglio deste caso começou na passada quinta-feira quando o presidente do conselho de Jurisdição, Guilherme Silva, anunciou que das 1899 assinaturas entregues só 1165 estavam em conformidade com os regulamentos: isto é, militantes subscritores com quotas em dia, entre outros requisitos.
Na sexta-feira, o secretário-geral, Miguel Macedo acabou, segundo José Pereira Coelho, por ceder os cadernos eleitorais. O candidato precisa de mais 300 assinaturas válidas. E só no dia 2 de Maio, o Conselho de Jurisdição delibera se estão válidas ou não.
“Enterraram vivos militantes do PSD”, afirmou o militante do partido à chegada, sublinhando que houve uma “onda de indignação” de militantes base pela forma como ele foi tratado. À sua espera tinha uma secretária e um elemento do Conselho de Jurisdição, António Jorge Lopes. Em causa estariam dois militantes já falecidos que constavam da sua lista de assinaturas para formalizar a sua proposta global estratégica.
Um dos “companheiros” está vivo, adiantou o candidato que, agora, quer falar sobre o futuro do PSD com o “companheiro Marques Mendes”, actual presidente social-democrata e recandidato.
O imbróglio deste caso começou na passada quinta-feira quando o presidente do conselho de Jurisdição, Guilherme Silva, anunciou que das 1899 assinaturas entregues só 1165 estavam em conformidade com os regulamentos: isto é, militantes subscritores com quotas em dia, entre outros requisitos.
Na sexta-feira, o secretário-geral, Miguel Macedo acabou, segundo José Pereira Coelho, por ceder os cadernos eleitorais. O candidato precisa de mais 300 assinaturas válidas. E só no dia 2 de Maio, o Conselho de Jurisdição delibera se estão válidas ou não.
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