15.4.06
“Turistas espanhóis invadem Região Centro”
“Sol, gastronomia e turismo cultural atraem visitantes espanhóis.
"Região Centro invadida por turistas."
Com estes pomposos títulos, o jornal do dono do Coimbra shopping,
“Sol, gastronomia e turismo cultural atraem visitantes espanhóis.
"Região Centro invadida por turistas."
Com estes pomposos títulos, o jornal do dono do Coimbra shopping,
resolveu dar um folar ao presidente da RTC
”J M Alves Turista, tornou Público que a região centro têm a expectativa de receber mais uns turistas. Blá, blá, blá… Aproveitou o invento para vender o seu peixe e lançar a sua rede de turistas eventuais aos mais distraidos. Mais uma brilhante manobra para justificar aos lusitansos a milionária campanha de mais uns euromilhões promovida pelo que resta da Lusitanea. Nas palavras do presidente da condenada RTC e da investigada e internamente contestada ARPTCP, as espanholas andam doidonas por Portugal, só se ouve si carinho por tudo o que é hostal da região e fazem fila para conhecer os nossos encantos.
Mas quem sente a crise no bolso e continua a ver os estrangeiros por um canudo, como é caso do presidente dos hoteleiros, lamenta no diário as Beiras que “A região centro é uma ilha deserta” e acrescenta ” a maioria dos espanhóis que escolhia a Figueira para as ferias da Páscoa vai para outros destinos” José Pires chega a dizer ”o pouco que a região centro tem para oferecer a quem a visita não esta a ser bem divulgado”.Por outro lado, a secretária da AIHRC acrescenta “esta será a pior Páscoa dos últimos 3 anos”
Justiça seja feita, as palavras “Invadida” e “Invadem”, não aparecem no corpo da entrevista, não podendo a manchetada ser atribuída ao jurista de Figueiró, assim, presume-se, que o garrafal título é da responsabilidade do editor do Público… que deve andar a precisar de férias.
Conclusão: O Publico errou. O diário as Beiras informou.
Justiça seja feita, as palavras “Invadida” e “Invadem”, não aparecem no corpo da entrevista, não podendo a manchetada ser atribuída ao jurista de Figueiró, assim, presume-se, que o garrafal título é da responsabilidade do editor do Público… que deve andar a precisar de férias.
Conclusão: O Publico errou. O diário as Beiras informou.
Só mais uma amêndoa para ajudar à festa: O jornal da Corpo de Deus acrescenta na página seguinte ” Bom tempo afasta turistas da serra da Estrela" É Público & Notório que é contraditório.
Comments:
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O JC-(Jesus Cristo) que acaba de reeditar o Centro podia explicar na próxima edição que aconteceu ao JC da rua da Sofia.
Porque acabou um, para agora reeditar outro.
Porque acabou um, para agora reeditar outro.
Sim, ou ele ou os LucaS. Fechou o JC porque a tasca audimeprensa estava falida,Foi para DC e deixou lá o JC. 6 meses depois foi despedido.Agora e como que por milagre, edita dois jornais gratuitos, será que o contrato com a reitoria é assim tão bom,ou já estamos ao serviço de uma pré-candidatura autarquica. Tudo pela positiva, claro! Que rica invesvita
Pesquisar por "coimbra" no google dá coisas engraçadas, por exemplo, hoje deu isto nos primeiros resultados
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"O deputado comum não é ouvido ou consultado sobre coisa nenhuma: nem sobre política, nem sobre estratégia. Recebe ordens para votar assim ou assado ou, de quando em quando, para dizer isto ou aquilo, sem sequer lhe perguntarem se concorda ou discorda, como se a consciência e o carácter dele não valessem nada".
Vasco Pulido Valente, PÚBLICO, 15-4-2006
Vasco Pulido Valente, PÚBLICO, 15-4-2006
Parece que as comadres da lusitanea laranja(quem dava e quem recebia os contratos) andam de trombas e a bufaria já começou.
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