12.4.06

 
RODA DOS MILHÕES
Reunida especialmente para o efeito, a Prefeitura terá aprovado as contas do passado e do futuro. Em 2005 facturou menos 2 milhões de contos, mas gastou mais um milhão com o pessoal.Ao pé disto, o resto são trocos e buracos que alguém vai tapar quando deus quiser. Entretanto, resolveram pedir à banca €2.640.581,00. Os lideres do PS e vereadores locais estiveram ausentes. Vilar foi de férias e Baptista ficou na AR a assistir ao debate sobre a co-incineração.

Comments:
O parto foi dificil!
O Maló sempre é sócio da coisa?
Como está lá o Mario Martins é capaz de ser, ou então é só para dar a aparência que também é do PSD, para ver se a vizinha câmara mete uns anúncios.O Jorge sempre soube viver bem.
 
O 19:03 enganou-se no comentário a este post. Nesta caixa o buraco é outro
 
Parece que o verador TCN estava cheio de pressa para despachar o monstro
 
A falta de quórum devido à presença em plenário de apenas 111 dos 230 deputados impediu hoje as votações semanais na Assembleia da República, que exigem a comparência de mais de metade do hemiciclo.

«Por falta de quórum não se realizam as votações», anunciou o presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, depois de verificado o número de deputados presentes no hemiciclo na sessão de hoje, em vésperas de fim-de-semana prolongado devido à Páscoa.
 
Nelson Morais

Passivo da Câmara ultrapassa os 75

milhões de euros

Opassivo da Câmara Municipal de Coimbra ascendia, no final de 2005, a 75,3 milhões de euros, sendo que só a dívida de curto prazo rondava os 30 milhões. Os valores foram divulgados na reunião do Executivo que serviu, ontem à tarde, para aprovar o relatório das contas municipais de 2005.

O documento só não foi votado favoravelmente pelos dois (únicos) vereadores do PS presentes (Álvaro Seco e Fernanda Maçãs abstiveram-se), mas evidenciou a difícil situação financeira em que se encontra a Câmara de Coimbra.

De 2004 para 2005, "continuou a degradar-se a situação de curto prazo do Município, traduzida no aumento de 23,6 milhões de euros para 29,5 milhões do endividamento a fornecedores e empreiteiros", lê-se no relatório apresentado pelo vereador do PSD Marcelo Nuno.

O edil ressalvou que aquele aumento foi agravado pelo reconhecimento de dívidas anteriores a Dezembro de 2004, para com a Caixa Geral de Aposentações, a ADSE e a Empresa Municipal Águas de Coimbra. Mas, no capítulo das dívidas de curto prazo, há também valores que não estão incluídos nos referidos 29,5 milhões, por dizerem respeito, por exemplo, a facturas que ainda não estavam conferidas.

Para diminuir o "stresse" de empreiteiros e fornecedores que são credores da Câmara de Coimbra, esta também aprovou ontem - na ausência dos vereadores do PS Victor Baptista e Luís Vilar - novo recurso à banca. Mas, face aos limites de endividamento impostos aos municípios, esse empréstimo rondará apenas os 2,6 milhões de euros (a amortizar em 20 anos).

Das dívidas que a autarquia tem de pagar a médio e longo prazo, destaca-se o valor de 37,3 milhões de euros, respeitantes, na sua maioria, ao empréstimo contraído para pagamento das obras de remodelação do antigo Estádio Municipal de Coimbra, no âmbito do Euro 2004.

De resto, o vereador Marcelo Nuno explicou, na reuinião de ontem, que a entrada em funcionamento de novos equipamentos municipais aumentou os encargos da Câmara, nomeadamente, com pessoal.

O edil informou ainda que o exercício de 2005 culminou com um resultado líquido negativo de 3,4 milhões de euros. O valor total desse orçamento era de 164 milhões, sendo que 40 milhões não chegaram a ser cabimentados. A taxa de execução, relativamente ao montante cabimentado, foi de 75,5%.


Verdade ou mentira?

É ou não verdade que a Câmara paga 20 mil euros de renda/mês pela instalação da AIRC [Associação de Informática da Região Centro] no antigo edifício dos CTT, na Avenida Fernão de Magalhães? É ou não verdade que há técnicos com um grau de permanência na Câmara muito baixo, porque também são presidentes de Junta? É ou não verdade que há motoristas que esperam, até altas horas da noite, pelos vereadores? Há ou não fiscalização de obras municipais que dão, sistematicamente, trabalhos a mais?". As perguntas foram feitas pelo vereador da CDU, Gouveia Monteiro, após o social-democrata Marcelo Nuno ter dito que, além de críticas às contas municipais, a oposição não tinha dado "nenhum exemplo de onde se pode cortar" despesas. Também do PSD, João Rebelo disse que a autarquia tinha de pagar a renda da AIRC, porque a desinstalara do Estádio Municipal. Sobre as outras questões, o presidente da Câmara, Carlos Encarnação, defendeu que elas diziam respeito a despesas "simbólicas".
 
EU QUERO UM CAMAROTE VIP NA QUEIMA!!!!!!!!!!!!!!!!
 
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O TCN foi de férias à conta de quem?
 
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