22.4.06
CHEFES SEM COBERTURA
Na hora de a Assembleia municipal aprovar as contas da câmara de Coimbra, os chefes das bancadas do PSD e do PS encontravem-se ausentes em parte incerta. Dão-se alvíssaras a quem contar onde andavam Abreu e Marques para não poderem dar conta das contas.
PS: Os vereadores Vilar e Baptista também tinham feito gazeta no dia em que a câmara aprovou as contas.
Comments:
<< Home
Pelas contas dos jornais estavam 31 deputados do PSD. ou o Porto se enganou acontar ou então mandou o suplente
Presidente da Académica arguido em inquérito sobre corrupção
O presidente da Académica, José Eduardo Simões, foi constituído arguido num processo de investigação sobre corrupção e tráfico de influências, confirmou esta sexta-feira a directora de comunicação do clube, Andreia Madeira, sublinhando que era essa a vontade do dirigente.
«O presidente já estava à espera e ele próprio, em entrevista ao Diário As Beiras, disse que tinha solicitado isso para ter acesso ao processo e melhor se defender das acusações», disse Andreia Madeira à Agência Lusa, em reacção à informação avançada pelo Jornal de Notícias, adiantando que contactou hoje José Eduardo Simões e que o mesmo não manifestou qualquer surpresa pelo facto.
José Eduardo Simões foi constituído arguido esta semana, depois de ter sido ouvido pela Polícia Judiciária pela primeira vez desde o início da investigação sobre negócios do ramo imobiliário com contornos pouco claros no entender das autoridades.
Há cerca de dois meses, foram efectuadas buscas na residência do presidente da Académica, e na Câmara Municipal de Coimbra, onde trabalhou até final de Dezembro de 2005, como director do Departamento de Urbanismo.
Na altura, foram encontrados, no seu automóvel, envelopes com quantias em dinheiro a rondar os 200 mil euros, e o próprio presidente academista manifestou a intenção de ser constituído arguido para poder ter acesso ao processo e melhor se defender das acusações.
A investigação resulta de uma denúncia anónima, de Abril de 2005, sobre «interesses cruzados da política com o mundo imobiliário e do futebol».
A denúncia visava sobretudo a urbanização de luxo Jardins do Mondego, entretanto embargada por conter irregularidades na sua construção, tendo sido inclusivamente alvo de buscas o seu proprietário, Emídio Mendes.
Entretanto, outros «negócios» menos claros terão motivado mais buscas frequentes, relacionadas com outros projectos imobiliários aprovados pela Câmara Municipal de Coimbra.
A Lusa tentou contactar José Eduardo Simões, mas não obteve resposta.
Enviar um comentário
O presidente da Académica, José Eduardo Simões, foi constituído arguido num processo de investigação sobre corrupção e tráfico de influências, confirmou esta sexta-feira a directora de comunicação do clube, Andreia Madeira, sublinhando que era essa a vontade do dirigente.
«O presidente já estava à espera e ele próprio, em entrevista ao Diário As Beiras, disse que tinha solicitado isso para ter acesso ao processo e melhor se defender das acusações», disse Andreia Madeira à Agência Lusa, em reacção à informação avançada pelo Jornal de Notícias, adiantando que contactou hoje José Eduardo Simões e que o mesmo não manifestou qualquer surpresa pelo facto.
José Eduardo Simões foi constituído arguido esta semana, depois de ter sido ouvido pela Polícia Judiciária pela primeira vez desde o início da investigação sobre negócios do ramo imobiliário com contornos pouco claros no entender das autoridades.
Há cerca de dois meses, foram efectuadas buscas na residência do presidente da Académica, e na Câmara Municipal de Coimbra, onde trabalhou até final de Dezembro de 2005, como director do Departamento de Urbanismo.
Na altura, foram encontrados, no seu automóvel, envelopes com quantias em dinheiro a rondar os 200 mil euros, e o próprio presidente academista manifestou a intenção de ser constituído arguido para poder ter acesso ao processo e melhor se defender das acusações.
A investigação resulta de uma denúncia anónima, de Abril de 2005, sobre «interesses cruzados da política com o mundo imobiliário e do futebol».
A denúncia visava sobretudo a urbanização de luxo Jardins do Mondego, entretanto embargada por conter irregularidades na sua construção, tendo sido inclusivamente alvo de buscas o seu proprietário, Emídio Mendes.
Entretanto, outros «negócios» menos claros terão motivado mais buscas frequentes, relacionadas com outros projectos imobiliários aprovados pela Câmara Municipal de Coimbra.
A Lusa tentou contactar José Eduardo Simões, mas não obteve resposta.
<< Home

