25.1.06
ENROLHADO EUROPEU
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destinatário é Fausto Correia. No remetente surge o logótipo da Presidência do Conselho de Ministros. O documento é sigiloso. O conteúdo, porém, tornou-se público. O PortugalDiário teve acesso a este fax que pede ao mandatário distrital de Coimbra da campanha de Mário Soares que convença um núcleo restrito a votarem Cavaco Silva ou em branco.
No documento, o remetente pede, em nome de José Sócrates, que «o núcleo de pessoas do partido envolvidas na campanha de Soares» [...] «tentem influenciar as pessoas que estão mais próximas, sempre pessoalmente, para que votem em branco, ou mesmo que votem no Cavaco, para assegurar que não haja 2ª volta, e o governo não saia fragilizado desta eleição».
Contactado pelo PortugalDiário, Fausto Correia negou ter recebido o fax, ripostando de imediato que «se tivesse recebido, denunciava imediatamente a situação na qualidade de mandatário distrital» de Coimbra.
Surpreendido pelo conteúdo desta missiva, Fausto Correia observa imediatamente uma contradição no texto: «Então pedem sigilo e mandam um fax?». As questões do eurodeputado não param: «E já agora, como é que se perde? Como é que se faz de propósito para perder? Isso não faz sentido nenhum. É uma falsificação, uma loucura».
Fausto Correia não tem dúvidas que esta «falsificação» parte do «aproveitamento da situação interna que o PS está a passar, e é feita com grande maldade». E é «alguém que quer tramar o primeiro-ministro, o que é uma perfeita loucura».
O eurodeputado garantiu ainda que se bateu «até ao último momento» na campanha do candidato apoiado pelo PS e, para que «não haja dúvidas», frisa o eurodeputado, Soares «era o candidato do secretário-geral» e José Sócrates «fez uma campanha cuidadosa e séria».
O fax vem assinado por Carlos Guerra, nome que não consta dos serviços da Presidência do Conselho de Ministros.
No documento, o remetente pede, em nome de José Sócrates, que «o núcleo de pessoas do partido envolvidas na campanha de Soares» [...] «tentem influenciar as pessoas que estão mais próximas, sempre pessoalmente, para que votem em branco, ou mesmo que votem no Cavaco, para assegurar que não haja 2ª volta, e o governo não saia fragilizado desta eleição».
Contactado pelo PortugalDiário, Fausto Correia negou ter recebido o fax, ripostando de imediato que «se tivesse recebido, denunciava imediatamente a situação na qualidade de mandatário distrital» de Coimbra.
Surpreendido pelo conteúdo desta missiva, Fausto Correia observa imediatamente uma contradição no texto: «Então pedem sigilo e mandam um fax?». As questões do eurodeputado não param: «E já agora, como é que se perde? Como é que se faz de propósito para perder? Isso não faz sentido nenhum. É uma falsificação, uma loucura».
Fausto Correia não tem dúvidas que esta «falsificação» parte do «aproveitamento da situação interna que o PS está a passar, e é feita com grande maldade». E é «alguém que quer tramar o primeiro-ministro, o que é uma perfeita loucura».
O eurodeputado garantiu ainda que se bateu «até ao último momento» na campanha do candidato apoiado pelo PS e, para que «não haja dúvidas», frisa o eurodeputado, Soares «era o candidato do secretário-geral» e José Sócrates «fez uma campanha cuidadosa e séria».
O fax vem assinado por Carlos Guerra, nome que não consta dos serviços da Presidência do Conselho de Ministros.
A verdade, só a verdade, por mais incómoda e penosa que se nos apresente, é revolucionária:
- o nosso candidato, Dr. Mário Soares, perdeu as eleições;
- ao invés, o nosso principal adversário, Doutor Cavaco Silva, ganhou o acto eleitoral.
Antes de mulheres e de homens de esquerda e de centro esquerda, somos democratas. Por isso, aceitamos com naturalidade e “fair-play” os resultados eleitorais. Importa respeitar em todas e quaisquer circunstâncias a vontade popular. O Povo é sempre soberano – quer quando ganhamos, quer quando perdemos. Saber perder é aliás a primeira condição para saber ganhar. Os vencidos de hoje serão os vencedores de amanhã: este o princípio básico e fundamental da Democracia.
Em nome do MASP3/Coimbra e enquanto seu Director Distrital, compete-me saudar não só o novo Presidente da República mas também as estruturas distritais da sua candidatura.
Por outro lado, somos Portugueses antes de sermos democratas: o que interessa, mais do que tudo, é o nosso destino colectivo. É engrandecer Portugal, é trabalhar para que os Portugueses tenham mais e melhor futuro.
Em nome do MASP3/Coimbra e enquanto seu Director Distrital, compete-me desejar os maiores sucessos ao Doutor Cavaco Silva no exercício do seu mandato presidencial.
Atentos às promessas eleitorais feitas ao Povo Português, continuaremos no nosso posto de combate e de luta. Pelos nossos ideais de sempre! Em torno do nosso PS e no apoio ao governo do Eng. José Sócrates.
Como Director Distrital do MASP3, cumpre-me também agradecer o empenho, a dedicação, o trabalho e a convicção de quantos – e foram muitos! - apoiaram o Dr. Mário Soares no Distrito de Coimbra: na Comissão Executiva Distrital, na Comissão Política Distrital, na Comissão Nacional de Honra; como Mandatário Concelhio ou como membro da Comissão Distrital de Honra; nos diversos órgãos do PS ao longo do Distrito ou como independentes de várias matizes.
É justa e devida uma palavra de reconhecimento ao Mandatário Distrital, Professor Doutor Gomes Canotilho, e ao Presidente da Comissão Distrital de Honra, Professor Doutor Rui Alarcão, sem esquecer o Professor Doutor Vital Moreira e o Eng. António Campos enquanto membros da Comissão Política Nacional da candidatura. A todos, o nosso sentido agradecimento. Bem-hajam!
Os últimos são os primeiros. Queremos testemunhar ao Dr. Mário Soares a nossa profunda admiração, o nosso grande respeito, a nossa enorme consideração pelo fantástico exemplo de civismo e de responsabilidade que deu uma vez mais a Portugal e ao Mundo.
Mário Soares correu riscos que mais nenhum político correria. Semeou ideias, lançou perspectivas, abordou temas novos, introduziu ângulos de visão diferenciados. Foi igual a si mesmo: corajoso, determinado, lúcido, aguerrido, ambicioso. E lega-nos mais uma extraordinária lição para o futuro!
Todos nós reconhecemos que mantém intactas as notáveis características que fizeram dele o político mais importante do último meio século em Portugal. Portugal e os Portugueses continuam a dever muito ao Dr. Mário Soares. Independentemente dos resultados de hoje, ninguém lhe tira o lugar que ocupa na história – nacional, europeia e mundial. Porque foi conquistado sofridamente ou na prisão ou no exílio ou na deportação. Porque foi conquistado a pulso como Ministro, Primeiro-Ministro, Deputado, Líder da Oposição, Presidente da República e Deputado Europeu.
Todos nós estivemos (e estamos) com ele. Pelas mesmas razões de sempre: PORTUGAL!
A título pessoal, resta-me assumir – como finalmente me compete – a derrota eleitoral de Mário Soares no Distrito de Coimbra. Só a mim (e a mais ninguém) devem ser assacados esses resultados. A verdade, só a verdade, por mais incómoda e penosa que se nos apresente, é revolucionária.
Coimbra e sede do MASP3, 22 de Janeiro de 2006.
Pel' A COMISSÃO EXECUTIVA DISTRITAL,
FAUSTO CORREIA
– Coordenador Distrital –
- o nosso candidato, Dr. Mário Soares, perdeu as eleições;
- ao invés, o nosso principal adversário, Doutor Cavaco Silva, ganhou o acto eleitoral.
Antes de mulheres e de homens de esquerda e de centro esquerda, somos democratas. Por isso, aceitamos com naturalidade e “fair-play” os resultados eleitorais. Importa respeitar em todas e quaisquer circunstâncias a vontade popular. O Povo é sempre soberano – quer quando ganhamos, quer quando perdemos. Saber perder é aliás a primeira condição para saber ganhar. Os vencidos de hoje serão os vencedores de amanhã: este o princípio básico e fundamental da Democracia.
Em nome do MASP3/Coimbra e enquanto seu Director Distrital, compete-me saudar não só o novo Presidente da República mas também as estruturas distritais da sua candidatura.
Por outro lado, somos Portugueses antes de sermos democratas: o que interessa, mais do que tudo, é o nosso destino colectivo. É engrandecer Portugal, é trabalhar para que os Portugueses tenham mais e melhor futuro.
Em nome do MASP3/Coimbra e enquanto seu Director Distrital, compete-me desejar os maiores sucessos ao Doutor Cavaco Silva no exercício do seu mandato presidencial.
Atentos às promessas eleitorais feitas ao Povo Português, continuaremos no nosso posto de combate e de luta. Pelos nossos ideais de sempre! Em torno do nosso PS e no apoio ao governo do Eng. José Sócrates.
Como Director Distrital do MASP3, cumpre-me também agradecer o empenho, a dedicação, o trabalho e a convicção de quantos – e foram muitos! - apoiaram o Dr. Mário Soares no Distrito de Coimbra: na Comissão Executiva Distrital, na Comissão Política Distrital, na Comissão Nacional de Honra; como Mandatário Concelhio ou como membro da Comissão Distrital de Honra; nos diversos órgãos do PS ao longo do Distrito ou como independentes de várias matizes.
É justa e devida uma palavra de reconhecimento ao Mandatário Distrital, Professor Doutor Gomes Canotilho, e ao Presidente da Comissão Distrital de Honra, Professor Doutor Rui Alarcão, sem esquecer o Professor Doutor Vital Moreira e o Eng. António Campos enquanto membros da Comissão Política Nacional da candidatura. A todos, o nosso sentido agradecimento. Bem-hajam!
Os últimos são os primeiros. Queremos testemunhar ao Dr. Mário Soares a nossa profunda admiração, o nosso grande respeito, a nossa enorme consideração pelo fantástico exemplo de civismo e de responsabilidade que deu uma vez mais a Portugal e ao Mundo.
Mário Soares correu riscos que mais nenhum político correria. Semeou ideias, lançou perspectivas, abordou temas novos, introduziu ângulos de visão diferenciados. Foi igual a si mesmo: corajoso, determinado, lúcido, aguerrido, ambicioso. E lega-nos mais uma extraordinária lição para o futuro!
Todos nós reconhecemos que mantém intactas as notáveis características que fizeram dele o político mais importante do último meio século em Portugal. Portugal e os Portugueses continuam a dever muito ao Dr. Mário Soares. Independentemente dos resultados de hoje, ninguém lhe tira o lugar que ocupa na história – nacional, europeia e mundial. Porque foi conquistado sofridamente ou na prisão ou no exílio ou na deportação. Porque foi conquistado a pulso como Ministro, Primeiro-Ministro, Deputado, Líder da Oposição, Presidente da República e Deputado Europeu.
Todos nós estivemos (e estamos) com ele. Pelas mesmas razões de sempre: PORTUGAL!
A título pessoal, resta-me assumir – como finalmente me compete – a derrota eleitoral de Mário Soares no Distrito de Coimbra. Só a mim (e a mais ninguém) devem ser assacados esses resultados. A verdade, só a verdade, por mais incómoda e penosa que se nos apresente, é revolucionária.
Coimbra e sede do MASP3, 22 de Janeiro de 2006.
Pel' A COMISSÃO EXECUTIVA DISTRITAL,
FAUSTO CORREIA
– Coordenador Distrital –
Este tipo de brincadeiras de mau gosto esteve muito em voga nos idos anos 80 durante os periodos eleitorais académicos ! Fausto Correia e restante café não me suscita nenhuma simpatia pelo facto de eles ( toda a mesa ) serem os grandes responsáveis pelo estado de desmoralizaçao da cidade e suas instituiçoes, mas ainda assim, temo pelo futuro, preferindo estes que já conheço à "garotada" que se diverte com este tipo de truques rasteiros no limiar do criminoso ! E falam eles ( os alegres ) como se fossem os detentores do facho da democracia, exibindo uma superioridade moral inaudita na arena do argumento politico do "café coimbra" ! Com os mesmos argumentos iam destruindo a JS nos anos 90 !
DESTA VEZ O DIRECTOR DO DESAPERTAR NÃO CONSEGUI IMPOR A LEI DE ROLHA
QUE CHAME O MOURINHO, ELEE É QUE SABE DE ROLHAS
QUE CHAME O MOURINHO, ELEE É QUE SABE DE ROLHAS
O Governo solicita à Procuradoria-Geral da República que analise conteúdo e proveniência do fax que anda a circular na Internet, envolvendo o nome do primeiro-ministro, e o logo da Presidência do Conselho de Ministros, a fim de investigar o documento.
O fax é dirigido a Fausto Correia, eurodeputado e mandatário distrital da candidatura de Mário Soares à Presidência da República, e vem assinado por Carlos Guerra.
O fax é dirigido a Fausto Correia, eurodeputado e mandatário distrital da candidatura de Mário Soares à Presidência da República, e vem assinado por Carlos Guerra.
ISTO NÃO TERÁ NADA A VER COM A GRIPE DAS AVES?
É que estes personagens parecem-me claramente constipados...
É que estes personagens parecem-me claramente constipados...
Batota!
Na semana
passada a CEC - Câmara de Comércio e Indústria do Centro teve acesso a
informações que indiciam o regresso à lógica bipolar entre Lisboa e Porto que
nos preocupam de sobremaneira.
Os últimos
vinte anos permitiram em Portugal uma forte evolução económica e um
estabelecimento de lógicas regionais de desenvolvimento e agregação
absolutamente incompatíveis com qualquer lógica de bipolarização, como a que
agora, e de forma surpreendente, alguns pretendem
reeditar.
Situações
muito concretas provocaram o nosso forte desagrado, desagrado esse que tivemos
já oportunidade de manifestar directamente ao Primeiro
Ministro.
Várias
Associações da nossa rede, que tinham um currículo de qualidade na promoção da
internacionalização das nossas empresas foram vedadas no acesso aos apoios
públicos para o efeito, por via de uma decisão administrativa infundada, que
atribuía exclusividade a organizações do Porto e de Lisboa. De igual modo,
preparava-se, em surdina, um documento de orientação estratégica para as PME
Portuguesas que ao abrigo de uma referida mas nunca concretizada auscultação
dos representantes das empresas, atribuía preponderância e exclusividade na
definição e operacionalização das políticas e iniciativas dirigidas às empresas,
nomeadamente às do Centro.
É
surpreendente, profundamente errado e uma desconsideração para a nossa região e
as nossas empresas, que após o esforço que todos fizemos para desenvolver e
afirmar a nossa economia e a nossa região se venha agora, nas costas de todos, o
que inclui as igualmente surpreendidas no processo Confederações da Indústria e
do Comércio, retroceder no desenvolvimento do País, dividindo
administrativamente o País a meio, polarizado em Lisboa e Porto. Mais, tal é
feito ao arrepio do que milhares de empresários e organizações, e até o Estado,
pelo menos em outros tempos, sempre defenderam, e claramente contraria a lógica
Europeia de regiões, lógica essa em que de resto se está a construir o próximo
Quadro Europeu de Referência Estratégica.
Lisboa e
Porto, vendo o progresso de outros, como o do Centro, procuram às escondidas, na
secretaria, vencer um jogo que no terreno, os nossos empresários, estão a
ganhar. Chama-se a isto batota!
Os
empresários do Centro, e as suas estruturas representativas não deixarão de
defender e afirmar o nosso território e as nossas
empresas!
António
Almeida Henriques
Presidente da
CEC - Câmara de Comércio e Indústria do
Centro
Na semana
passada a CEC - Câmara de Comércio e Indústria do Centro teve acesso a
informações que indiciam o regresso à lógica bipolar entre Lisboa e Porto que
nos preocupam de sobremaneira.
Os últimos
vinte anos permitiram em Portugal uma forte evolução económica e um
estabelecimento de lógicas regionais de desenvolvimento e agregação
absolutamente incompatíveis com qualquer lógica de bipolarização, como a que
agora, e de forma surpreendente, alguns pretendem
reeditar.
Situações
muito concretas provocaram o nosso forte desagrado, desagrado esse que tivemos
já oportunidade de manifestar directamente ao Primeiro
Ministro.
Várias
Associações da nossa rede, que tinham um currículo de qualidade na promoção da
internacionalização das nossas empresas foram vedadas no acesso aos apoios
públicos para o efeito, por via de uma decisão administrativa infundada, que
atribuía exclusividade a organizações do Porto e de Lisboa. De igual modo,
preparava-se, em surdina, um documento de orientação estratégica para as PME
Portuguesas que ao abrigo de uma referida mas nunca concretizada auscultação
dos representantes das empresas, atribuía preponderância e exclusividade na
definição e operacionalização das políticas e iniciativas dirigidas às empresas,
nomeadamente às do Centro.
É
surpreendente, profundamente errado e uma desconsideração para a nossa região e
as nossas empresas, que após o esforço que todos fizemos para desenvolver e
afirmar a nossa economia e a nossa região se venha agora, nas costas de todos, o
que inclui as igualmente surpreendidas no processo Confederações da Indústria e
do Comércio, retroceder no desenvolvimento do País, dividindo
administrativamente o País a meio, polarizado em Lisboa e Porto. Mais, tal é
feito ao arrepio do que milhares de empresários e organizações, e até o Estado,
pelo menos em outros tempos, sempre defenderam, e claramente contraria a lógica
Europeia de regiões, lógica essa em que de resto se está a construir o próximo
Quadro Europeu de Referência Estratégica.
Lisboa e
Porto, vendo o progresso de outros, como o do Centro, procuram às escondidas, na
secretaria, vencer um jogo que no terreno, os nossos empresários, estão a
ganhar. Chama-se a isto batota!
Os
empresários do Centro, e as suas estruturas representativas não deixarão de
defender e afirmar o nosso território e as nossas
empresas!
António
Almeida Henriques
Presidente da
CEC - Câmara de Comércio e Indústria do
Centro
OH JORNALEIRO, HOJE TU É QUE ÉS NOTÍCIA, TOMA LÁ QUE É PRA APRENDERES,ESTAMOS ATENTOS, TE CUIDA, VIU.
Nestes termos, a Alta Autoridade para a Comunicação Social, ao abrigo do disposto no artigo 2º e da alínea p) do número 3 do artigo 24º ambos do Estatuto anexo à Lei nº.53/2005, de 8 de Novembro (Lei da ERC), à semelhança da competência que detinha ao abrigo da Lei nº.43/98, de 6 de Agosto (Lei da AACS), nos termos da alínea f) do artigo 4º, tendo apreciado o requerimento para autorização da cessão do capital social detido por Fernando Manuel Brito Moura da Silva, do operador Fernando Moura - Unipessoal, Ldª, titular do alvará para o exercício da actividade de radiodifusão sonora no concelho de Arruda dos Vinhos, frequência 97.1MHz, de acordo com o artigo 18º da Lei nº.4/2001, de 23 de Fevereiro, delibera autorizar a cessão do mesmo a favor de Ricardo Amaral Tadeu, por se terem como satisfeitos os requisitos legais para o efeito exigíveis.
Esta deliberação foi aprovada por unanimidade com votos de José Garibaldi (relator), Armando Torres Paulo, Sebastião Lima Rego, João Amaral, Manuela Matos, Jorge Pagado Liz, Carlos Veiga Pereira e José Manuel Mendes.
Nestes termos, a Alta Autoridade para a Comunicação Social, ao abrigo do disposto no artigo 2º e da alínea p) do número 3 do artigo 24º ambos do Estatuto anexo à Lei nº.53/2005, de 8 de Novembro (Lei da ERC), à semelhança da competência que detinha ao abrigo da Lei nº.43/98, de 6 de Agosto (Lei da AACS), nos termos da alínea f) do artigo 4º, tendo apreciado o requerimento para autorização da cessão do capital social detido por Fernando Manuel Brito Moura da Silva, do operador Fernando Moura - Unipessoal, Ldª, titular do alvará para o exercício da actividade de radiodifusão sonora no concelho de Arruda dos Vinhos, frequência 97.1MHz, de acordo com o artigo 18º da Lei nº.4/2001, de 23 de Fevereiro, delibera autorizar a cessão do mesmo a favor de Ricardo Amaral Tadeu, por se terem como satisfeitos os requisitos legais para o efeito exigíveis.
Esta deliberação foi aprovada por unanimidade com votos de José Garibaldi (relator), Armando Torres Paulo, Sebastião Lima Rego, João Amaral, Manuela Matos, Jorge Pagado Liz, Carlos Veiga Pereira e José Manuel Mendes.
Esse Moura é um vira-casacas .Já foi empregado do Fausto e agora é avençado do Maló.
Fala-se que vai ter um pasquim com o médico e com o dono do Jornal de Coimbra, de quem já foi empregado na TSF.Tanto é rosa como é laranja
Fala-se que vai ter um pasquim com o médico e com o dono do Jornal de Coimbra, de quem já foi empregado na TSF.Tanto é rosa como é laranja
O Moura é o único que a leva direita F a todos em lume brando, não é cinzento, é isento e não cabe no jornalismo de Coimbra, este não o merece.
Ó Moura logo à noite pagas um copo...
Ó Moura logo à noite pagas um copo...
O Fausto Rolhas já deu uma entrevista ao Dinis Alves a dizer que ía ás putas à Baixa...
Está publicado assim.
Jantar nas lágrimas a quem souber onde?
Está publicado assim.
Jantar nas lágrimas a quem souber onde?
A Junta de Freguesia de Buarcos, Figueira da Foz, e as duas escolas de samba existentes no concelho - "A Rainha" e "Unidos de Mato Grosso" - não tem local para puderem decorar os carros alegóricos com que se vão apresentar no "Carnaval de Buarcos/Figueira da Foz" que, em Fevereiro, vai percorrer a Avenida do Brasil. Em causa está o corte de relações entre a Câmara da Figueira da Foz e a empresa Cimpor, devido a uma providência cautelar accionada pela autarquia contra a cimenteira na tentativa de impedir a extracção de cal no cabo Mondego.
"Neste momento corremos o risco de não levar para o corso carnavalesco um carro alegórico nas devidas condições. O Carnaval da Figueira sai a perder caso as entidades locais não solucionem este problema" afirmou, ao JN, Mirsilo Figueira, da escola de Samba "A Rainha". Aquele responsável teceu críticas à organização do Carnaval e à empresa municipal Figueira Grande Turismo (FGT), por "não ter feito nada" para evitar a situação.
Contactado pelo JN, Nuno Encarnação, administrador-delegado da FGT, recusou comentar as críticas. "O que lhe posso dizer é que neste momento estamos a tentar encontrar um espaço alternativo para que as colectividades possam decorar os seus carros alegóricos
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"Neste momento corremos o risco de não levar para o corso carnavalesco um carro alegórico nas devidas condições. O Carnaval da Figueira sai a perder caso as entidades locais não solucionem este problema" afirmou, ao JN, Mirsilo Figueira, da escola de Samba "A Rainha". Aquele responsável teceu críticas à organização do Carnaval e à empresa municipal Figueira Grande Turismo (FGT), por "não ter feito nada" para evitar a situação.
Contactado pelo JN, Nuno Encarnação, administrador-delegado da FGT, recusou comentar as críticas. "O que lhe posso dizer é que neste momento estamos a tentar encontrar um espaço alternativo para que as colectividades possam decorar os seus carros alegóricos
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