1.9.06

 
ESTA CIDADE
Quer eu queira quer não queira
Esta cidade
Há-de ser uma fronteira
E a verdade
Cada vez menos
Cada vez menos Verdadeira
Quer eu queira
Quer não queira
No meio desta liberdade
Filhos da puta
Sem razão
E sem sentido
No meio da rua
Nua crua e bruta
Eu luto sempre do outro lado da luta
A polícia já tem o meu nome
Minha foto está no ficheiro
Porque eu não me rendo
porque eu não me vendo
Nem por ideais
Nem por dinheiro
E como eu sou e quero ser sempre assim
Um rio que corre sem princípio nem fim
O poder podre dos homens normais
Está a tentar dar cabo de mim
Cabo de mim
BY João Gentil

16.8.06

 
FECHADO
Abre em Setembro(ou não) com nova gerência.
Urgências? contacte: spindoc@aeiou.pt

14.8.06

 

BLOGUE À BEIRA PRECIPÍCIO!

10.8.06

 
TOMA LÁ DÁ CÁ
Frei Tomás e a seriedade
Antes de vir de férias, li num jornal semanário de Coimbra, um artigo de opinião do jornalista, Sr. Rui Avelar, falando da minha pessoa e fazendo a ligação à mulher de César. Ou se tratou de uma tentativa para eu próprio falar do que não devo, o que, além de ridículo, naturalmente não resulta, ou trata-se de uma ilusão do espelho que o jornalista tem em casa. Qual “dama ofendida” ou “ser” acima de qualquer benesse política. Isto porque, não me recordo do concurso que o levou em tempos para Director na LUSA, como também não me recordo do concurso que o levou a Assessor de um membro do Governo. Curioso, é que estas nomeações de cariz político, aconteceram durante a Governação do Partido Socialista, em que o 1º. Ministro foi o Eng. António Guterres.Não me recordo que a sua competência tenha sido tão boa assim uma vez que, os Governos que se seguiram do PSD/CDS-PP e o actual Governo do PS, não mais o “concursaram” para desempenhar funções. Conheço bem os que se preocupam mais com as aparências. Apesar de tudo prefiro ser como a mulher de César, porque mais vale ser sério do que parecer.Estamos perante ditado popular sobre Frei Tomás: “... olha para o que ele diz, não olhes para o que ele faz”. Dito isto, vou falar de coisas bem mais importantes para Coimbra.
LUIS VILAR NAS BEIRAS

 
OLHA DO QUE O OUTRO SE LIVROU!

Polícia Judiciária recebeu um dossiê sobre alegadas irregularidades na gestão da Escola Universitária Vasco da Gama, em Coimbra (EUVC), durante o período (2004/2005) em que foi gerida por António Calvete.

O CM apurou que, em causa, estão eventuais ilegalidades relativas a facturas pagas pela EUVC – através da Associação Cognitária São Jorge de Milréu, proprietária da escola – provenientes de uma agência de viagens que, de acordo com várias fontes, pertence a António Calvete.Algumas das cópias de facturas enviadas para a PJ, segundo fonte conhecedora do processo, que solicitou o anonimato, “nada têm a ver com a Escola Vasco da Gama”. “Mesmo assim foram liquidadas durante um período em que a instituição enfrentou graves dificuldades económicas. Alguns docentes, por exemplo, tiveram ordenados em atraso”, relatou a mesma fonte.Outra fonte, que também solicitou o anonimato, frisou que a entrada de António Calvete na EUVC terá tido como principal objectivo tirar o “máximo partido” imobiliário da Quinta de São Jorge de Milréu, que tem mais de 370 mil metros quadrados. “Nos pontos altos tem uma vista fabulosa sobre o Rio Mondego. Assim que António Calvete assumiu as rédeas da instituição houve uma clara diminuição na aposta no ensino de qualidade.”E acrescentou: “Até à chegada de António Calvete estava tudo bem encaminhado junto do Ministério da Educação para a Escola passar a ministrar sete cursos. Assim que ele entrou, apenas resistiram três.”O CM soube, também, que foi enviado um dossiê para a Procuradoria-Geral da República em que, entre outros, são abordados temas como um curso de Medicina Veterinária B em que as disciplinas tinham a ver com o curso de Medicina Humana (ver caixa), dívidas a fornecedores e alegadas irregularidades com docentes e alunos, ocorridas durante a gestão de António Calvete e o período em que Norberto Canha foi o reitor da EUVG.Um dos capítulos do dossiê que chegou à PGR diz que a escola deve mais de 280 mil euros aos alunos que frequentaram o curso de Medicina Veterinária B, em 2001/2002, e que solicitaram o reembolso das verbas que gastaram com a matrícula, jóia e mensalidades. A maioria dos alunos já recebeu os montantes a que tinha direito, mas a EUVG está em falta com alguns, como Luís Sepúveda, de 23 anos: “O mais certo será agir judicialmente contra a escola. Mas, antes, vou tentar resolver as coisas a bem.”O CM tentou nos últimos dias contactar António Calvete, mas o empresário e ex-deputado do PS nunca atendeu o seu habitual telemóvel. Já o antigo reitor, Norberto Canha, assegurou estar de “consciência tranquila”.
CURSO À REVELIA DO MINISTÉRIO
No ano lectivo 2001/2002, a Escola Universitária Vasco da Gama avançou com o primeiro ano de um curso a que chamou Medicina Veterinária B, em que as disciplinas tinham a ver com Medicina Humana. O reitor da altura, Norberto Canha, disse ontem ao CM que tinha garantias políticas de que o Governo iria reconhecer o curso de Medicina. Seria o primeiro em Portugal a ser ministrado numa Universidade privada. E, segundo uma advogada, especialista em matéria de ensino, foi também a primeira vez que um curso abriu sem que tivesse qualquer parecer favorável da comissão de especialistas, à data, Ministério da Educação: “Normalmente, o Governo informa as escolas que a portaria da homologação está pronta em Fevereiro ou Março e que, por isso, o curso pode começar em Setembro do ano anterior. Com a Escola Vasco da Gama essa informação não existiu.”Ficou ainda estabelecido que, se não houvesse aprovação, os alunos transitariam para Medicina Veterinária nesse mesmo ano lectivo, o que também não chegou a acontecer, por a instituição não se ter preparado para o efeito. O.Lopes no CORREIO DA MANHÃ

9.8.06

 



OI VC AI. QUEM É A ACADEMICA?

8.8.06

 

CANTINHO DO MALÓ...DE FÉRIAS


Já não respeito? Ninguém comenta o artigo no Times da Sofia sobre o sonho das férias de sonho do nosso Almirante! Por falar em AMA, os Pardalitos sempre vão ser os próximos presidentes da AAC. Já agora, arranjam-se por aí 11 bilhetes para o jogo de apresentação?

7.8.06

 

LIGA PSD-PS DE FUTEBOL
O Bloco central também liga ao Futebol profissional. Ricardo Cavaco Castanheira acompanha Herminio Loureiro na Comissão executiva que toma conta dos jogos da bola.
A directora executiva da Lista do ex-secretário de estado, irmã de Fernando Couto, solteira e boa rapariga é que podia vir a Coimbra organizar umas conferências à beira rio. Dá uma ajuda Dr?

 
GRANDE TOURADA
I Corrida RDP na Praça da Figueira da Foz. Apoio Figueira Grande Turismo.

4.8.06

 

LARANJA DA SERRA
Lá para Setembro, Álvaro Amaro entra para vice - presidente do PSD.
O e-leitor quer adivinhar quem sai?
VICE-PRESIDENTES:
Eduardo Azevedo Soares
Paula Teixeira da Cruz
Arlindo Marques Cunha
Maria da Assunção Esteves
Luis Miguel Pais Antunes
Manuel Lencastre

 
O ENGENHO E A ARTE DA LENA
O Grupo Lena com sede em Santa Catarina da Serra é poderoso nas áreas da construção, automóvel, petróleos, ambiente, águas e imprensa regional. Já andou pela Tv beira, continua interessado no diário as Beiras, quer fazer obras (Que se vejam) em Coimbra e dizem as más linguas, deseja montar uma unidade de reciclagem para as bandas do IPARKPINA. Consciente da sua responsabilidade social, a empresa da região de Leiria vai encurtando caminhos e decidiu promover, em parceria com a Prefeitura, o concurso "Engenho e arte" para homenagear as "obras de engenharia mais emblemáticas de Coimbra"

3.8.06

 
CORREIO DO AVELAR

Negócio concebido pela TCN está na iminência de se gorar
Rui Avelar
A venda da quinta de São Jorge de Milreu (Coimbra) está em risco. A promitente compradora, TCN – a que Marcelo Nuno (PSD) e Luís Vilar (PS) estiveram ligados –, cedeu a respectiva posição contratual à firma Ebony e esta acusa a proprietária do imóvel de incumprimento dos deveres contratuais.
A empresa inglesa que se propunha comprar a quinta de São Jorge de Milreu, onde funciona a EUVG - Escola Universitária de Vasco da Gama (Coimbra), acusa a entidade proprietária de ter tornado impossível a concretização do negócio, apurou o “Campeão”. A Ebony Concepts Limited, a quem a Tramcrone/TCN cedeu a posição contratual acordada com a Sociedade Mosteiro de São Jorge (proprietária do bem), imputa a esta entidade a falta de cumprimento em tempo dos deveres contratuais. Segundo apurou o nosso Jornal, o desfecho do caso poderá passar pela celebração de um acordo através do qual a Ebony – que já interpôs uma acção declarativa ordinária na Vara de Competência Mista de Coimbra (Tribunal) – e a Sociedade Mosteiro de São Jorge desistam do negócio. Enquanto a Ebony se queixa de incumprimento dos deveres contratuais por parte da proprietária da quinta de São Jorge de Milreu, esta faz notar que a escritura foi adiada, pelo menos, duas vezes. A obtenção de um acordo significa, em princípio, que qualquer das partes prescinde do suposto direito a uma indemnização no montante de 2,5 milhões de euros. Um protocolo e contrato-promessa de compra e venda, celebrados em 2005, prevêem que, em caso de incumprimento, “a parte não faltosa pode optar” por uma indemnização de 2,5 milhões de euros ou, em alternativa, requerer a execução específica do contrato. Os referidos instrumentos foram outorgados pela Sociedade Mosteiro de São Jorge, Associação Cognitária de São Jorge de Milreu (arrendatária e detentora do alvará da EUVG) e TCN. Mediante a acção declarativa ordinária de que é autora, a Ebony reclama o pagamento da indemnização contratualmente estabelecida. Embora ainda não haja plano de pormenor aprovado para a quinta, a firma inglesa invoca estar a deixar de usufruir de lucros cessantes desde o início deste ano, alegando que toda a sua máquina publicitária e de marketing tinha em mente vendas imobiliárias. O aspecto invocado para justificar a falta de outorga da escritura prende-se com o facto de, segundo a Ebony, o edifício da clínica veterinária para pequenos animais existente na quinta de São Jorge de Milreu ter sido construído clandestinamente.
Expectativas
Na primeira reunião da Câmara de Coimbra efectuada em 2006, a Ebony foi autorizada a elaborar um plano de pormenor da quinta destinado a avaliar se é possível dedicar 20.000 metros quadrados de terreno a habitação. A proposta é associada ao propósito de “enquadrar o processo de desenvolvimento e expansão” da EUVG . Como noticiámos a 12 de Janeiro de 2006, a Sociedade Mosteiro de São Jorge, Construções, Lda., de que o empresário António Calvete é sócio maioritário, prometeu vender, por cinco milhões de euros, à empresa TCN, um prédio misto com 376.400 metros quadrados. A Associação Cognitária interveio como segunda outorgante num protocolo e contrato-promessa de compra e venda, subscrito pelas outras duas entidades, para declinar interesse pelo direito de preferência. Uma das cláusulas do acordo prevê que a terceira outorgante, Tramcrone (ou quem ela indicar), partilhe com a entidade arrendatária eventuais benefícios inerentes à capacidade de carga construtiva da quinta de São Jorge de Milreu. Em caso de impossibilidade de construção acima do solo, a terceira outorgante nada terá de pagar à segunda. Notificada pela TCN a respeito da cedência da respectiva posição contratual, a Associação Cognitária, através de Javier De Vigo e Américo Baptista, comunicou à Ebony ser necessário “providenciar novas áreas de construção destinadas ao desenvolvimento da EUVG”. A Associação Cognitária acentua que sem tais áreas de construção o referido projecto de desenvolvimento fica comprometido. Em carta remetida à Câmara de Coimbra, a Ebony alude à pretensão de construção de 10.000 metros quadrados para residências universitárias, outros tantos para expansão da EUVG e 20.000 para uma clínica de serviços continuados com assistência médica.
Diferentes métodos para o direito de preferência
A Câmara Municipal de Coimbra usou metodologias diferentes para prescindir do direito de preferência em relação à quinta de São Jorge de Milreu, objecto de uma prometida transação (vide outra peça nesta edição) em que interveio a multinacional Tramcrone/TCN. Em 2005 a edilidade declinou exercer o direito de preferência através de um despacho exarado pelo presidente, Carlos Encarnação, e em 2006 o assunto foi objecto de deliberação em sede de executivo camarário. A respeito de ambas as situações, há juristas a defender que a decisão cabe à Assembleia Municipal (AM). A legislação não prevê expressamente em que moldes deve a autarquia pronunciar-se sobre a adopção do exercício do direito de preferência em relação à transação de um imóvel, mas há interpretações de juristas a sustentar que, por analogia com o regime de compra, quando o valor do bem atinge determinado montante, a deliberação deve ser tomada pela AM. Decalcado das lei nº. 169/99 e 5-A/2002, o regimento da Assembleia Municipal de Coimbra estipula que cabe a este órgão “autorizar a Câmara a adquirir, alienar ou onerar bens imóveis de valor superior a mil vezes o índice 100 das carreiras do regime geral do sistema remuneratório da Função Pública” (perto de 350.000 euros). Segundo apurou o “Campeão”, Carlos Encarnação proferiu um despacho, a 26 de Setembro de 2005, a assumir que a CMC, com base numa informação prestada pelo Gabinete do Centro Histórico, prescindiu de exercer o direito de preferência em relação à quinta. A 22 de Maio de 2006, a edilidade deliberou no mesmo sentido em resposta a outro requerimento da Sociedade Mosteiro de São Jorge, Construções, Lda., proprietária do referido imóvel e promitente vendedora do mesmo pelo montante de cinco milhões de euros. A única diferença no âmbito dos dois requerimentos endereçados à Câmara prende-se com a promitente compradora – em 2005 era a multinacional Tramcrone e em 2006 a firma inglesa Ebony (a quem a TCN cedeu a posição contratual). Na sessão camarária de 22 de Maio, Álvaro Seco (PS) perguntou se houve reflexão sobre o exercício do direito de preferência, tendo alegado que se trata de “um imóvel de grande qualidade”. Ao estranhar o montante envolvido e ao questionar se haverá “alguma mais-valia que a Câmara desconheça”, Luís Providência (CDS/PP) admitiu que poder-se-ia estar perante “um bom negócio para o município”. Gouveia Monteiro (CDU) interrogou se a estimativa feita pela entidade proprietária leva em consideração “perspectivas de valorização do terreno” e Fátima Carvalho (independente eleita pelo PS) aludiu a eventual “especulação imobiliária”. Contactado pelo nosso Jornal, no sentido de esclarecer o recurso a diferentes metodologias, Carlos Encarnação indicou que só recentemente a autarquia passou a pronunciar-se mediante deliberação do executivo camarário. Segundo Sidónio Simões, os processos encaminhados através do Gabinete do Centro Histórico eram sujeitos a despacho do presidente da Câmara até ser adoptada uma prática (recomendada recentemente pela jurista Rosa Batanete) que consiste em submetê-los a deliberação do executivo municipal. “Com a passagem das reuniões camarárias à periodicidade quinzenal, e atendendo a que há casos (como este) em que a autarquia dispõe apenas de oito dias para se pronunciar [sobre o exercício do direito de preferência], é quase impossível responder sem recorrer a despacho do presidente”, comentou.
Um lapso assumido
A par da diferença de metodologia, o “Campeão” apurou que dois processos atinentes ao exercício do direito de preferência foram ratificados na sessão camarária de 31 de Outubro de 2005, contrariamente ao despacho exarado a 26 de Setembro sobre o requerimento da Sociedade Mosteiro de São Jorge, Construções, Lda. Interpelado pelo nosso Jornal, o director do Gabinete do Centro Histórico, Sidónio Simões, assumiu que a falta de ratificação é da sua responsabilidade. Carlos Encarnação, jurista e ex-secretário de Estado, declarou, por outro lado, que discorda do entendimento de outros juristas segundo o qual há decisões sobre o direito de preferência que carecerão de deliberação da Assembleia Municipal. Entre os juristas ouvidos pelo “Campeão” que perfilham esse ponto de vista contam-se a vereadora Fernanda Maçãs (independente eleita pelo PS) e o antigo vereador Manuel Rebanda (CDS/PP). Na primeira reunião da Câmara de Coimbra efectuada em 2006, a Ebony foi autorizada a elaborar um plano de pormenor da quinta de São Jorge de Milreu destinado a avaliar se é possível dedicar 20.000 metros quadrados de terreno a habitação. A proposta é associada ao propósito de “enquadrar o processo de desenvolvimento e expansão” da Escola Universitária de Vasco da Gama, cujo alvará pertence à Associação Cognitária de São Jorge de Milreu (de que são membros, entre outros, os presidentes da Federação e da Comissão Concelhia do PS/Coimbra, Victor Baptista e Luís Vilar, respectivamente). Victor Baptista, que também é membro da Sociedade Mosteiro de São Jorge, e Marcelo Nuno (anterior presidente da Comissão Concelhia do PSD/Coimbra) escusaram-se, este ano, por duas vezes, a tomar parte em deliberações camarárias atinentes à referida quinta. Outro vereador, Luís Vilar, cujo mandato está suspenso, interveio na deliberação camarária de 9 de Janeiro de 2006 cujo teor permitiu à Ebony desencadear a elaboração de um plano de pormenor. Marcelo Nuno e Luís Vilar tiveram ligações à TCN, o primeiro (enquanto economista) como quadro da multinacional e o segundo como consultor
.
Mais uma vez, R.A. dá novidades sobre os homens das Amoreiras. Já agora,algo completamente nosso. Aqui no Coimbra & Real Social, temos grande consideração e simpatia pelo director do Campeão, mais não seja, porque é o único empresário de comunicação social local que sabe ganhar dinheiro com os meios que administra. Mas caro Dr Vinhal, cada vez que o seu adjunto faz uma manchete sobre uma celebridade na nossa praça, é mesmo necessário fazer uma editorial a pedir desculpa a deus e ao diabo.O Sr Está muito acima. De-lhe com força e vai ver que São Jorge vai gostar. Valha-nos a Igreja Universal do Reino dos Compadres.Não havia necessidadzzzz...

 
CONTRATOS A MARTELO
Renovação com JCDecaux aprovada… três sessões depois. Encarnação não informou vereadores que uma empresa concorrente apresentou acção no Tribunal Administrativo a contestar o contrato da JCDecaux com a autarquia. As críticas e voto contra da oposição não evitaram que a renovação do contrato fosse aprovada.Victor Baptista questionou Carlos Encarnação esta terça-feira, no decorrer da reunião de câmara, sobre o porquê de o autarca não ter informado o executivo da entrada no Tribunal Administrativo de um processo de uma empresa concorrente da JCDecaux a contestar o contrato assinado pela autarquia, há mais de 20 anos, com esta empresa de fornecimento de mobiliário urbano.«Lamento que até hoje não tenha informado os vereadores que havia este processo», afirmou o socialista, dirigindo-se a Carlos Encarnação e recordando que o processo referente à renovação do contrato entre a Câmara de Coimbra e a JCDecaux já consta da agenda da reunião do executivo há três sessões e que não houve, até terça-feira passada, qualquer referência a este facto por parte do autarca.O presidente da Câmara de Coimbra começou por admitir o processo, mas adiantou que supõe não haver ainda «decisão definitiva». «Isso não inibe a câmara de decidir, não há razão para não votar em relação a esta questão», continuou o autarca, voltando a considerar que, com base nos dois pareceres já escritos sobre a matéria, «o processo está dentro da legalidade».A justificação não satisfez a bancada socialista - que acabou por votar contra a renovação do contrato – nomeadamente a Victor Baptista que, tal como já havia feito nas duas sessões anteriores, defendeu a abertura, pela autarquia, «de um concurso internacional» para o futuro fornecimento de mobiliário urbano para o concelho.Queixa “extemporânea”«A dois anos de terminar o contrato há tempo mais do que suficiente para a câmara lançar o concurso», afirmou o socialista, considerando que seria «a melhor forma de fazer com que a JCDecaux não se eternize e de acabar com o seu monopólio em Coimbra». O socialista aproveitou para advertir ainda que, depois de confirmado o processo em tribunal, «não se sabe em que moldes é que o Tribunal Administrativo vai decidir». Depois de votados todos os pontos da agenda da reunião e antes de iniciado o período aberto à intervenção do público, Carlos Encarnação voltou a referir-se ao processo entregue no Tribunal Administrativo por uma empresa concorrente à JCDecaux para explicar que a acção colocada em tribunal foi «recusada por extemporânea», tendo sido, posteriormente, entregue recurso, também ele, segundo o autarca, «recusado por extemporâneo». O que agora estará em apreciação é «uma reclamação à recusa do recurso», rematou Encarnação.Recorde-se que o contrato com a JCDecaux para fornecimento de mobiliário urbano a todo o concelho de Coimbra foi assinado em 1984, com renovação de nove em nove anos. No documento está claro que cabe à empresa colocar todo o mobiliário urbano necessário na cidade, mas que esta seria proprietária de todo o equipamento, revertendo igualmente para si os lucros da publicidade colocada em “outdoor’s” e em paragens de autocarros, espalhadas pelo concelho.A renovação do contrato será feita em 2008, mas a autarquia terá de confirmar a sua intenção em continuar a contar com a JCDecaux para fornecimento de mobiliário urbano até Dezembro deste ano. Ora, o documento que, há três sessões, tenta ser aprovado pelo executivo vai precisamente nesse sentido, acrescentando o facto de em dois anos, a Câmara Municipal de Coimbra receber daquela empresa um lucro de 2,6 milhões de euros em sinais e placas direccionais, 40 bancos de jardim e 60 novos abrigos de autocarros.A bancada socialista, assim como Jorge Gouveia Monteiro (que não esteve presente na última sessão de câmara por se encontrar de férias), sempre se mostraram contra esta renovação, mas Encarnação deixou claro que a realização de um contrato com uma outra empresa da área obrigaria a «retirar todo o mobiliário urbano» instalado na cidade, uma vez que este pertence à JCDecaux. «Será uma confusão imensa», advertiu.
Ana Margalho- DC
Esta a ver Dra?! A mobilia não era bem como lha tinham publicitado... e ainda não foi dito tudo sobre este euromilhões champanhês. Já reparou? Agora em vez de falarem em contrapartidas de milhões, já discorrem sobre contratos sem valor! Porque será? Tem a palavra a Assembleia Municipal...

2.8.06

 
+ CORREIO DA TCN

A Polícia Judiciária fez buscas às instalações da TramCroNe (TCN), em Lisboa, de onde levou “tudo o que dizia respeito” a Luís Vilar e Marcelo Nuno, antigos colaboradores da empresa e vereadores da Câmara Municipal de Coimbra. Vilar, pelo PS, actualmente com o mandato suspenso, e Nuno, pelo PSD, ambos líderes das concelhias dos respectivos partidos.

Júlio Macedo, presidente do conselho de administração da TCN e da Demagre (empresas envolvidas na compra de um antigo edifício dos CTT, em Coimbra), confirmou ao CM a intervenção da PJ, numa altura em que Luís Vilar já tinha sido constituído arguido num inquérito em que é suspeito da prática dos crimes de corrupção e tráfico de influências. “Em Fevereiro/Março deste ano, a PJ levou das nossas instalações os recibos dos vencimentos de Luís Vilar e Marcelo Nuno e outra documentação. Informaram-nos de que estavam a proceder a averiguações que não podiam divulgar.”Júlio Macedo confirmou, também, que Vilar (antigo empregado bancário) e Marcelo Nuno (economista) trabalharam para a TCN durante “um ano e tal”, período em que ambos estiveram na vereação da Câmara de Coimbra. “Luís Vilar trabalhou connosco em 2004 e Marcelo Nuno saiu da empresa em Maio deste ano.”Marcelo Nuno não foi constituído arguido, por, segundo noticiou (em 13/7/2006) o semanário ‘Campeão das Províncias’, de Coimbra, ter sido essa a determinação do Ministério Público, contrariando assim o que chegou a ser encarado pela PJ. O economista só saiu da TCN depois de saber que Vilar tinha sido constituído arguido.O CM tentou saber se a PJ também efectuou algumas diligências na autarquia, mas o presidente da C.M. de Coimbra, Carlos Encarnação (PSD), não quis falar sobre assuntos que, salientou, estão em “segredo de justiça”, limitando-se a informar que Vilar pediu o prolongamento, por mais três meses, da suspensão de mandato.CARTA POLÉMICANuma carta que o empresário Ruy Manuel Silva, residente em Inglaterra, enviou para a TCN e chegou à Procuradoria-Geral da República em Janeiro de 2004 – e que, como o CM noticiou (24/7/2006), está a ser investigada pelas autoridades –, um dos pontos tem a ver com a Câmara de Coimbra e a empresa presidida por Júlio Macedo. Diz Ruy Silva que Júlio Macedo e Pedro Garcês (ex-director da TCN, actualmente administrador na Unidade de Saúde de Coimbra, entidade sedeada no antigo edifício dos CTT) falaram-lhe do “interesse do Estado” e dos Correios “em particular”, na “futura venda de cerca de 160 instalações, com contrato de arrendamento assegurado”. “E que junto dos CTT possuíam elemento responsável e por vós muito bem ‘comandado’..., o mesmo que teria proporcionado outras facilidades... nomeadamente, aquisição do edifício de Coimbra, cidade onde dominavam a Câmara Municipal e a pessoa do seu presidente...”.Júlio Macedo garante que o conteúdo desta carta é “falso”. PRÉDIO VENDIDO POR 14,8 MILHÕES JÁ VALE 34O prédio que os CTT venderam à Demagre a 20 de Março de 2003 (na altura em que a empresa era presidida por Carlos Horta e Costa), por 14,8 milhões de euros e que no mesmo dia foi adquirido pela Gespatrimónio (empresa do Grupo Espírito Santo) por 20 milhões, tem hoje em dia um valor contabilístico de 34 milhões de euros. Esta é a verba que consta no relatório e contas de 2005 da Gespatrimónio. Confrontado com este valor, Júlio Macedo, presidente do conselho de administração da Demagre e da TCN, disse ao CM: “Essa valorização tem a ver com os inquilinos que lá estão – CTT, uma clínica, um Tribunal e a Associação de Informática da Região Centro.”Além dos 20 milhões da venda do antigo edifício dos CTT, a Gespatrimónio deu à Demagre um prémio de 12,5 milhões de euros. Macedo confirma a verba, mas assegura que a Demagre só teve um lucro de 200 mil euros com o negócio: “O resto do dinheiro que recebemos foi para pagar as inúmeras obras que fizemos num prédio que encontrámos totalmente degradado. Além disso, fomos nós que pagámos a instalação de todas as entidades que foram ocupar o local. Gastámos mais de 17 milhões de euros em obras. Houve uma altura em que chegámos a pensar que íamos ter prejuízo. Felizmente, tivemos um lucro de 200 mil euros.” TCN ESTEVE INTERESSADA EM QUINTA DE COIMBRAAlém do negócio do antigo prédio dos CTT, a TCN esteve interessada na quinta de São Jorge do Milreu, em Coimbra, “posição” que, segundo Júlio Macedo, vendeu à empresa inglesa Ebony Concepts Limited. “A TCN nada tem a ver com a Ebony. O que se passou foi que nós vendemos a essa empresa inglesa o contrato de promessa de compra e venda relativamente à Quinta de São Jorge. Sei que há projectos metidos na Câmara de Coimbra, sempre via Ebony.”No início deste ano, Luís Vilar participou numa votação em que a C.M. de Coimbra autorizou a Ebony a elaborar um plano de pormenor para avaliar se 20 mil dos 376 400 metros quadrados da Quinta de São Jorge podem ser destinados a habitação. Já Marcelo Nuno não quis participar na votação, alegando “eventual conflito de interesses”. Na altura, estava ligado à empresa TCN.LUÍS VILAR TENTOU ANGARIAR INQUILINOSSimões da Costa, ex-presidente do União de Coimbra, assegurou ao CM que em “2003/2004 andou a negociar” com a TCN a ocupação de parte do antigo prédio dos CTT, frisando ter sido contactado por Luís Vilar. “Foi através dele que fui a alguns encontros com representantes dessa empresa. Mas Luís Vilar nunca me disse que trabalhava para a TCN. Mais, sempre achei que havia algo que não estava bem. Vilar, aliás, queria que o União de Coimbra alugasse a totalidade do edifício da Av. Fernão Magalhães – por uma verba exorbitante, creio que eram 100 mil euros por mês – e que depois tratasse do subaluguer. Disse-lhe que não. Que só queríamos uma parte para instalar o Bingo. O negócio acabou por não se concretizar.”Confrontado com o que Simões da Costa referiu ao CM, Júlio Macedo, presidente da TCN, disse: “O senhor Luís Vilar só começou a trabalhar para a empresa, como consultor, em Janeiro de 2004, depois de termos entregue o prédio à Gespatrimónio. E, nessa altura, já estava todo arrendado.” VEREADORES NÃO ATENDEM TELEFONESNos últimos dias, o CM fez várias ligações para os habituais telemóveis de Luís Vilar e Marcelo Nuno, mas ambos estiveram incontactáveis. Além disso, o CM esteve ontem na habitual reunião semanal da vereação da Câmara Munipal de Coimbra. Luís Vilar esteve ausente e não foi possível falar com Marcelo Nuno.
Octávio Lopes/J.H.
Pedro Garcês, (companheiro de luta de Júlio Macedo na TCN), é o presidente (representando 75% do capital) da Unidade de Saúde de Coimbra/Fernão Mendes Pinto Saúde S.A, instalada no tal edíficio dos Correios. A USC tem também outros curiosos negócios e protocolos na área da Saúde, em Tábua e Montemor. Recorde-se que o Hospital da Mealhada acusou o Regateiro da ARS (mais um destacado militante do PS) de andar a protocolar camas a mais, com a empresa que também é representada por Camarneiro (candidato derrotado pelo PS à C.M. de Montemor). Segundo o DC, um responsavél do referido Hospital, coloca em causa os referidos protocolos e chega a afirmar: " Pensávamos que o Estado era uma pessoa de bem." Vamos ver como tratam da saúde a esta gente fina e rica, às tantas, Vilar e Marcelo são vitimas do sistema das Tulipas. À cautela, recomenda-se que tenham cuidado com O CÃO. Depois não digam que a culpa é dos blogues!

 
VERÃO NA CÂMARA
A nossa coxinha da petisca, segreda-nos que os vereadores Prata e Monteiro estão a banhos. Também conseguimos saber que o mega contrato dos abrigos e publicidade com os franceses da Decaux foi perpetuado com os vostos contra do PS e que o vereador Baptista fez oposição à séria.
Tavares Rico de Almeida, pela 3ª vez consecutiva na reunião da Prefeitura, voltou a fazer o seu show , continuando a lançar suspeitas sobre a engenheira da Câmara que tratade fiscalizar a obra...onde o vice andou aos figos...em Novembro. Parece que desapareceram peças do processo de licenciamento. A engenheira terá dito que é tudo mentira e o jurista do Finibanco terá pedido para ela fazer uma queixa em tribunal. Consta que o caminho de acesso à casa é uma realidade antiga, até nas plantas topograficas fornecidas pela prefeitura! O Director de Urbanismo deve estar de férias. O caso Vale Meão está a minar PS. Dizem que agora fala cada um para seu lado. Temos saudades dos relatórios de Nunes dos Ranchos sobre os cães caçados pela ramona da prefeitura. Coimbra é uma nação.

1.8.06

 
PEDRA NO SAPATO
O Sindicato da Cerâmica e Construção do Centro deu ontem à empresa Egran um prazo até 7 de Setembro para esta pagar as prestações em atraso devidas aos antigos trabalhadores, findo o qual promete endurecer a luta.
Será que o deputado Baptista podia pedir ao seu amigo Tavares Rico para ajudar esta gente? Perguntar não ofende e como conhecem de perto esta realidade...

 
JOÃO DOS FIGOS
Hoje há reunião pública da Prefeitura.
E a pergunta do dia é:
Será que Tavares Rico de Almeida vai voltar a chamar mentiroso (pela 3ª reunião consecutiva) ao homem que andou com ele aos figos em Vale Meão?

31.7.06

 

COIMBRA DOS PEQUENITOS
Coimbra é mesmo pequena! Até nos calotes ao Teixeira dos Santos. Mas na lista das Finanças há pelo menos uma figura conhecida.
E o e-leitor já viu se está lá?

 
POVO QUE LEVAS NO RIBEIRO
O novo presidente da RTC diz que vai fazer mais promoção da região de turismo do Centro.
O e-leitor sabe quem é que vai fazer a campanha?

29.7.06

 
MINISTRO MALHA EM ZÉ BETO
A Inspecção geral da saúde não gosta que o administrador do Sobral Cid ande a fazer faixas de apoio à Briosa e que use os carros do Hospital para transportar jogadores da Académica. Os fiscais também não acharam piada a que os doentes passem a vida no Estádio cidade de Coimbra e que o trabalhador social democrata curta ver a SporTv no seu gabinete. O ministro ainda pensou em expulsar o 3 telélés, mas ouvidos os assistentes do Trianon, optou por mostra-lhe o cartão amarelo. A auditoria não apurou se o Dr Pereira Coelho e o HSC já são sócios da AAC-OAF.

28.7.06

 
AINDA DIZEM QUE NÃO HÁ PAPEL!
Teixeira dos Santos considera que o despesismo com a contratação de funcionários vem de autarquias controladas pelos partidos da oposição."No primeiro semestre deste ano, olhando para câmaras que contrataram mais de 50 funcionários, nós temos Oeiras, Lisboa, Coimbra, Maia e Moura", afirmou o ministro das Finanças.
Grande Marcelo! Assim é que é. O que faz falta é ajudar a malta, ou melhor, os companheiros.

 
A REFORMA DO HOMENAGEADO PREFEITO
A Jornalada caseira tem andado entretida a falar da reforma do Poeta Manel Triste, no entanto, desta ninguém falou: o e-leitor sabe que o nosso homenageado Prefeito da 8 de Maio recebe uma rica subvenção vitalícia mensal, desde 2005. São mais de 20 000 oreos por ano.

 

VERDE ESCURO
A DECO diz que o Parque da Beira-rio não tem caixotes para o lixo, que possui iluminação insuficiente e imagine-se, falta de água. Quem deve pagar as favas? A Câmara, o Polis, ou os concessionários dos bares? Já agora, quando regressa o Urso?

 
HÁ DIAS ASSIM
A nossa Joana A Dias parece que vai viver uma união de facto com o realizador Edgar Pêra. Que filme! Má cena! Muito pior do que http://torganetwork.no.sapo.pt

27.7.06

 

AMOR DE CORRIDA
Ele conduz Fórmula 1. Ela participa em ralis. Namoram há dois meses e não esconderam a felicidade na festa na praia do Caniço, em PortimãoTiago Monteiro e Diana Pereira conheceram-se por intermédio de amigos comuns há um ano e a amizade cresceu até ao namoro, que começou há cerca de dois meses e tem sido mantido em segredo.

 
NOTÍCIA DE IMPORTÂNCIA CONCELHIA?

Ruy Manuel Silva, empresário português residente em Inglaterra acusado de burla no caso da venda de um prédio dos CTT, em Lisboa, fez uma exposição à Procuradoria-Geral da República (PGR) em que dá a entender que os principais partidos políticos portugueses recebem comissões sempre que a empresa TramCroNe (TCN) intervém na compra de imóveis do Estado.

Segundo Ana Lima, do gabinete de Imprensa da PGR, a “denúncia” de Ruy Silva encontra-se em “fase de investigação”.O CM sabe que o empresário também escreveu uma carta à TCN com a mesma denúncia que fez chegar PGR. A dado passo lembra aos responsáveis da empresa, Júlio Macedo e Pedro Garcês, que, em Dezembro de 2003, lhe disseram que “estavam a negociar a aquisição de outros edifícios do Estado, nomeadamente junto dos ministros do Partido Popular, da Justiça, Segurança Social e Defesa, dado o domínio absoluto que tinham pelos responsáveis das referidas pastas.”E acrescenta: “(...) Recordo as vossas informações quando referiram que em cada operação/transacção tinham o cuidado de estabelecer movimentos concertados junto da Oposição (Partido Socialista), proporcionando a todos os directa ou indirectamente envolvidos, remunerações...! E o Ruy Manuel Silva não seria ignorado !!!”Logo a seguir, Ruy Silva afirma que Júlio Macedo e Pedro Garcês também solicitaram a sua intervenção na área da emissão de cartões de crédito. Frisa que ambos se manifestaram preocupados “relativamente ao processo de remuneração dos políticos envolvidos “nas operações da TCN e que o cartão de crédito possibilitaria a “ocultação necessária e urgente” das verbas a despender com os políticos.“(...) Referiram que após um ano de difíceis batalhas, as vossas empresas TCN e Demagre, graças ao tipo de envolvimento e relações estabelecidas, observavam agora um ciclo financeiro muito estável – um ciclo financeiro com capacidade para remunerar os custos fixos (a estrutura da empresa) e os políticos”, pode ler--se ainda na carta que chegou, via ‘e-mail’, aos responsáveis da TCN, no dia 26 de janeiro de 2004.O empresário queixa-se ainda a Júlio Macedo e Pedro Garcês de ter sido perseguido. “(...) Aquando da minha retirada do local onde havia estado reunido (com os responsáveis da TCN), verifico estar a ser seguido por quatro viaturas (...), facto testemunhado pela senhora Adelina Franco e pelo senhor seu filho, Paulo (Baltazar).”A TCN, como o CM noticiou (20/7), acusou Ruy Manuel Silva de burla, por, em Dezembro de 2003, se ter apresentado como representante de investidores ingleses que estariam interessados em comprar o prédio do n.º 18 da Avenida da República, em Lisboa, propriedade dos CTT. O empresário chegou mesmo a apresentar um cheque careca de mais de 26 milhões de euros.
"É FALSO", AFIRMA JÚLIO MACEDO
“É tudo falso”. Júlio Macedo, presidente do conselho de administração da TCN, reagiu assim quando o CM o confrontou, ontem, com o teor da carta que Ruy Manuel Silva enviou para a empresa, na parte relativa às questões relacionadas com as remunerações dos partidos políticos, cartões de crédito e perseguições.“A carta que ele endereçou à TCN (em Janeiro de 2004) já está na Polícia Judiciária. Fiz questão de a entregar quando apresentei queixa, por burla, contra Ruy Manuel Silva, Adelina Franco e o filho, Paulo Baltazar”, acrescentou.O responsável da TCN referiu também que Ruy Manuel Silva o ameaçou que iria tentar prejudicar a empresa. “Mas o importante, repito, é que tudo o que ele diz é redondamente falso. Desde as remunerações aos partidos até às alegadas perseguições.”O CM tentou também obter uma reacção de Pedro Garcês, mas este ex-responsável da TCN não quis prestar declarações.”
"É VERDADE", DIZ ADELINA FRANCO
Adelina Franco, que a TCN também acusou de burla no caso do prédio dos CTT, na Av. da República em Lisboa, participou na reunião (Dezembro de 2003) que Ruy Manuel Silva menciona na carta que enviou para Júlio Macedo e Pedro Garcês. Contactada ontem pelo CM, Adelina Franco afirmou: “Confirmo que ouvi os responsáveis da TCN falarem ao senhor Ruy Silva na influência que detinham junto de vários partidos políticos. Confirmo ainda as perseguições e que os ouvi mencionar a necessidade de pagar a esses políticos com cartões de crédito que o senhor Rui Silva devia arranjar em Inglaterra.”Paulo Baltazar também esteve no encontro que reuniu Ruy Manuel Silva, Júlio Macedo e Pedro Garcês, na sede da TCN, em Lisboa. “Ouvi Júlio Macedo e Pedro Garcês falarem na necessidade de arranjar cartões de crédito para oferecer a elementos de partidos políticos”.
Octávio Lopes , o mesmo das cassetes da Casa Pia, no Correio da Manhã

 
A PÁGINA DA FILHA DO MÁRIO
A directora do Gabinete de Relações Internacionais da Juventude Social-Democrata (JSD), Ana Filipa Janine, foi eleita presidente do "European Democrat Students" (EDS), com 20 dos 24 votos possíveis. Ana Janine tornou-se, assim, na primeira portuguesa a assumir a liderança daquela organização de estudantes da Europa, afecta ao Partido Popular Europeu.A eleição de Ana Janine, que pertence à Comissão Política Nacional da JSD, decorreu, anteontem, na sede do PSD em Lisboa. A jovem, licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra, ocupava, há três anos, o cargo de vice-presidente do EDS. E era a única candidata à presidência da organização.

25.7.06

 
ACREDITE SE QUISER
Dizem os diários do costume que a Orquestra Clássica do Centro (paga pelo povo) vai homenagear o nosso querido Prefeito. O tributo é promovido pelo ajudante Nunes dos Ranchos (pago pelo povo). Vale a pena comentar?

 
RÁDIO ALEGRE
Manuel Alegre, deputado do PS e vice-presidente da Assembleia da República, vai passar a receber, já a partir do próximo mês de Agosto, uma reforma da Rádio Difusão Portuguesa (RDP), onde trabalhou apenas alguns meses, no valor de 3.219,95 Euros mensais.

24.7.06

 





Sagoleie os GOLOS da Pastelaria Calino.
Os melhores pontapés de pata e as melhores golas de berlinde.
Argola com nova gelsonência.

 
VICE PÚBLICO VICE
João Rebelo (ontem) e Pina Prata (hoje) dão entrevistas ao Público.
Certamanente que os diários da cidade também vão falar com eles, aguardemos...

 
CORREIO TCN
A empresa TramCroNe – Promoções e Projectos Imobiliários (TCN) apresentou uma queixa, por burla, contra Ruy Manuel Silva, empresário português residente em Londres (Inglaterra), que se dizia representante de investidores britânicos quando apresentou uma proposta de “mais de 26 milhões de euros” para a compra de dois imóveis em Lisboa, um deles o n.º 18 da Avenida da República, que, na altura (Dezembro de 2003), era propriedade dos CTT.

A TCN informou os Correios de Portugal da intenção de Ruy Manuel Silva e avançou para a compra do edifício, aceitando pagar o que a empresa liderada por Carlos Horta e Costa pretendia: 12,5 milhões de euros. E, através da Demagre – Compra de Imóveis para Revenda – que, tal como a TCN, pertence à holding MG Plus SGPS –, entregou aos CTT um cheque no valor do montante que ficou acordado.Júlio Macedo, presidente do conselho de administração da TCN e da Demagre, adiantou ontem ao CM que os CTT sabiam que estavam a receber um “cheque de boa-fé”. E observou: “O conselho de administração dos CTT estava a par de toda a situação. Sabia que nós íamos comprar o edifício em nomes dos ingleses. E foi então que apresentámos um cheque de boa-fé, à espera que o dinheiro dos ingleses chegasse. Nunca chegou. Mas como havia um protocolo de entendimento, o cheque foi devolvido à Demagre, embora tivesse chegado a ser depositado. Não se pode dizer, por isso, que a empresa tivesse passado um cheque careca.”Júlio Macedo frisou, ainda, que Ruy Manuel Silva entregou à TCN um cheque de “valor superior” a 26 milhões de euros. “Quando pedimos ao Banco Comercial Português para o testar, disseram-nos que a conta em questão tinha sido extinta. Já não existia. Confrontámos o senhor Ruy Manuel Silva com essa informação e ele, entre outros argumentos pouco plausíveis, respondeu-nos que se tinha enganado na conta.”E acrescentou: “Perante o que sucedeu, recorremos à Interpol, na dependência de Limehouse, nos arredores de Londres, fizemos outras diligências em Inglaterra e apresentámos queixa, por burla, na Polícia Judiciária contra o senhor Ruy Silva e outras duas pessoas.”A concluir, Júlio Macedo lamentou a “lentidão” da Justiça portuguesa: “A queixa foi apresentada, salvo erro, em Janeiro de 2004 e, que eu saiba, mais de dois anos depois ainda não foi deduzida acusação. Soube que a Interpol enviou para a PJ um mandado de captura em nome de Ruy Manuel Silva, que nunca chegou a ser concretizado. Esse senhor continua à solta.”Nos dois últimos dias, o CM tentou contactar Ruy Manuel Silva através dos telefones que o próprio forneceu a algumas pessoas envolvidas no caso do prédio dos CTT da Avenida da República, em Lisboa. O empresário teve sempre os telefones desligados.O CM tentou também contactar Carlos Horta e Costa, o que não foi possível até ao fecho desta edição. PJ CONSTITUI TRÊS ARGUIDOSAlém de Ruy Manuel Silva, a TCN apresentou também queixa por burla contra Adelina Franco e o filho Paulo Baltazar. Na altura, ambos trabalhavam para a empresa e foi Adelina Franco quem apresentou Ruy Silva a Júlio Macedo.Paulo Baltazar adiantou ao CM que nada teve a ver com a actuação de Ruy Silva: “Não compreendo que possa ser acusado de ter cometido qualquer burla. Não tenho nada a ver com os negócios em que esse senhor se envolveu com a TCN.”Já Adelina Franco confirmou ao CM ter apresentado Ruy Silva aos responsáveis da TCN: “Perguntaram-me se eu conhecia alguém que fizesse empresas no estrangeiro e eu indiquei o senhor Ruy Manuel Silva. Nada mais fiz. Não tenho rigorosamente nada a ver com o facto de Ruy Silva ter enganado a TCN. Mais, eu também fui lesada por esse senhor. E já disse isto tudo à Polícia Judiciária.” CÂMARA DE LISBOA CHUMBA HOTELA TCN/Demagre queria transformar o prédio do n.º 18 da Avenida da República num hotel, ideia que foi chumbada pela Câmara Municipal de Lisboa.Júlio Macedo adiantou que quando soube de tal impossibilidade, a Demagre informou os CTT que não queria o edifício. “Mas fizemos um protocolo de entendimento que, em traços gerais, dizia que se fosse vendido por mais de 12,5 milhões – valor estipulado pelos CTT – o diferencial seria dividido por ambas as entidades. Acabou por ser vendido a terceiros (a empresa espanhola Azata), exactamente por essa verba. A Demagre nada ganhou”, acrescentou. EDIFÍCIO TEM ÁREA TOTAL DE 10442M2O edifício n.º 18 da Avenida da República, em Lisboa, foi construído em 1978, tendo uma área bruta acima do solo de 6916 metros quadrados e abaixo do solo de 3530 m2, num total de 10 446. Tem 15 andares e cinco caves, incluindo uma loja e subloja com acesso directo para a rua. Antes de ser vendido, os Correios de Portugal avançaram com uma remodelação geral do prédio que custou mais de cinco milhões de euros.
Octávio Lopes - Correio da Manhã

23.7.06

 
O CANTO DA SEREIA
O lado Euroteste do &RS não dorme enquanto não obtiver resposta à pergunta 1. O autarca de Almedina e o seu Jr foram convidados para o casamento de Filipe e Santa Marta Violante do Nascimento?

21.7.06

 


SERVIÇO PÚBLICO
Afinal havia outro...

prédio e mais umas contas à moda do blocão central de interesses.

VIVA A TCN! VIVA.


 
A estação pública distribuiu pelos seus profissionais um documento com regras a ter em conta na cobertura dos incêndios. As linhas orientadoras, como lhe chama a Direcção de Informação, sugere, por exemplo, que se evite a repetição de imagens e se identifique a hora do seu registo. A questão da cartilha específica para tratar incêndios está longe de suscitar consenso. Alcides Viera, director de Informação da SIC, não concorda com uma actuação especial. "Deve-se olhar para os incêndios com a mesma responsabilidade que se trata outros assuntos".A direcção de Informação da RTP sugere aos jornalistas e técnicos que se preocupem em mostrar o que é particular e distinto em cada incêndio, evitando a descrição vaga. Opondo sempre dados concretos, como a evolução do fogo, à redundância. Sublinha ainda a importância da datação das imagens.Em relação aos depoimentos, "o repórter deve abster-se de entrevistar populares que não estejam envolvidos e de questionar as pessoas sobre as causas do incêndio. Faz ainda notar que os "fogos que se 'ateiam' num jornal, devem ser 'extintos' na edição seguinte". A direcção, gerida por Luís Marinho, pretende eliminar uma das consequências editoriais perversas dos incêndios, relativa à monopolização do tempo dos noticiários. Já Alcides Vieira, da SIC, vê numa proposta de auto-regulação para incêndios uma espécie de "10 mandamentos". "Qualquer dia criam-se mandamentos para a guerra e sabe-se lá para mais o quê". Considera que os fogos podem criar grande emoção, mas "também aí cabe ao jornalista não explorar o dramatismo pelo dramatismo, como aliás, noutros casos".Mário Moura, director de Informação da TVI, defendeu recentemente uma posição semelhante à de Alcides Vieira. Em declarações ao Diário de Notícias, pôs a tónica no cumprimento do Código Deontológico e questionou "Querem uma televisão cor-de-rosa?".A ideia de criar auto-regulação sobre esta matéria partiu da RTP, mas a estação não recebeu "feed-back" das estações. Alcides Vieira, por seu lado, diz que nunca foi contactado com esse propósito.
AI PORTUGAL, PORTUGAL, JÁ VIU ISTO?
LEMBRA-SE DAQUELAS MEGA REPORTAGENS QUE FAZIA NA SIC?
AINDA TEM AQUELE ANORAKE VERMELHO?

20.7.06

 
PÁSCOA FELIZ
Mas jura quem assistiu à sua tomada de posse, que não é preciso" consultar os bruxos do Dr Vinhal", para ver que a guerra continua. De parte a parte!

 
ANDA PACHECO!
Depois de ter morto as livrarias de Coimbra e deitado o Mondego ao rio, Pacheco Pereira, na Sábadabadu, ataca a fina flor da intectualidade Coimbrinha. O pirateado do Abrupto diz que a nossa Joaninha A Dias e o nosso Vital Lent Moreira só dizem tretas sobre o Oriente Médio.Será verdade?

 
FACULDADE DE MANEIO
Irregularidades na Faculdade de Ciências de CoimbraTribunal de Contas detectou falta de controlo de cheques e pagamentos em duplicado O Tribunal de Contas (TC) detectou irregularidades na contabilidade da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), entre as quais falta de controlo de cheques, pagamentos em duplicado e contas bancárias abertas sem autorização.
De acordo com uma auditoria financeira à FCTUC, relativa à gerência de 2003, os registos contabilísticos daquela faculdade "não reflectem fielmente o conjunto das operações".
O TC identificou também a ausência de normas de utilização de Fundos de Maneio, os quais serviram para pagar "de forma ilegal" bolsas de investigação.
Além disso, a auditoria revela que as atribuições de verbas - provenientes de fundos comunitários - aos coordenadores de projectos e unidades de I&D (investigação e desenvolvimento) foram efectuadas através de "fundos de maneio", apesar de não serem "enquadráveis no conceito legal de fundos de maneio".
O TC detectou também 209 contas bancárias abertas pelos serviços centrais, pelas unidades orgânicas e por coordenadores de projectos que não integram a conta de gerência, muitas das quais abertas sem autorização do Conselho de Administração.
A este propósito, o relatório recomenda o "encerramento das contas bancárias abertas sem autorização, transferindo os valores dos respectivos saldos para as contas da FCTUC e cingindo, ao mínimo necessário, o número de contas autorizadas".
A auditoria financeira detectou também um "não controlo dos cheques emitidos em 2001 e não descontados, que ascenderam a 35630,63 euros", bem como a "existência de um pagamento em duplicado e 12885,52 euros por regularizar".
Em declarações à Agência Lusa, o presidente do conselho directivo da FCTUC, João Gabriel Silva, reconheceu que havia "erros, sobretudo de natureza formal, no funcionamento interno da instituição", mas ressalvou que quase todas as questões levantadas pela auditoria se encontram resolvidas.
"O TC analisou um ano de transição: a auditoria foi em 2005, mas todas essas questões foram resolvidas em 2004, tendo o processo de alteração desses mecanismos de funcionamento interno pouco adequados começado em 2002", afirmou.

 
VIVA O VERÃO!

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